— Mas em quem acredita? — Eu lancei. Ele tomou seu tempo para virar a cadeira giratória agora em minha direção, seus olhos cinzentos me analisando, sua atitude calma, mas ele parecia medir meu nível de desconforto. Finalmente, ele se levantou e deu alguns passos em minha direção, esticou os lábios em um leve sorriso enquanto levantava uma sobrancelha dizendo: — Estás mesmo ofendida? Ele parou na minha frente e eu engoli saliva pesadamente, eu olhei para o rosto dele, sua mera proximidade fez minhas pernas tremerem, seu cheiro intenso invadindo minhas narinas, mas eu me forcei a ficar focado no que eu vim para voltar para ele. — Eu não sou você uma qualquer, não um brinquedo, pedi para me comprar algo para mim para pagar com favores sexuais. O canto de seu lábio tremia como se tentasse

