CAPÍTULO8

581 Words
Kelly: que saber, meu filme favorito é Halloween. Desconhecido: você gosta de filme de psicopata mascarado, que gosta de matar babás? Kelly: Será? Desconhecido: vamos descobrir Kelly. Kelly: quem é você afinal. Desconhecido: você vai viver seu filme de terror preferido, eu sou Michael Myers agora. Ligação off. Ele desliga o telefone, deixando-a amedrontada, ainda com o celular nas mãos resolve ligar para emergência. - Emergência em que podemos ajudar? Disse uma voz feminina do outro lado. - Oi meu nome é Kelly Valentine e acabei de ser ameaçada de morte- falava indo em direção a janela. - Ameaçada por quem senhora? - Eu não sei, do nada um homem me ligou e começou a falar um monte coisas estranhas, acho que ele deve estar aqui me observando. Parou diante a ponta direita da janela, esticou o braço abrindo um poco a cortina, andando até a outra ponta. - Por favor me ajuda. - Onde a senhora se encontra? Estou na estrada depois da ponte, na rua sule reid n 2000. Ela ouve uma batida seca e pesada vindo do andar de cima, a forçando olhar para o topo da escada com o susto. - O que foi isso? - A senhora é residente da casa? Pergunta a atendente. - Não, eu sou apenas a babá, estou cuidando de uma criança de 5 anos – ela afirma paralisada, fixando o seu olhar para cima, atenta ao corredor escuro após o topo dos degraus. - Ok, aconselho que fique perto da criança, você pode fazer isso? Após ficar se perguntando até por quanto tempo a atendente do outro lado da linha iria ficar fazendo perguntas, ela baixa seu tom de voz no telefone. - Eu ouvi barulhos no andar de cima agora mesmo, não sei se é a garotinha que estou cuidando ou se ele entrou na casa. - Mantenha a calma já estou enviando uma viatura. - Obrigada – responde ela com um alívio. - A senhora tem o código do alarme? - Sim eu tenho. - Aqui conta que aí é a residência da Sra. Makleid correto? - Sim - Não saia daí, uma viatura irá chegar em 20 min. - Obrigada, obrigada. - Não saia daí Kelly, a não se se for preciso. - Eu vou tentar. Ela desliga tensa o telefone, observando o cômodo da casa, ela escuta outra batida forte vindo de cima, e seguida de um grito agudo, era com certeza a criança de quem estava cuidando. - Ai e agora o que eu vou fazer? Enfiou o celular no bolso traseiro, segurando firme o atiçador da lareira, correndo em direção as escadas. Em passos rápidos subiu as escadas com rapidez com o coração acelerado. - Estou indo – diz com uma voz apavorante. Degraus após degraus ela não poupava esforços, lançou o topo mais que rapidamente e um pouco molhada de suor frio. A porta do quarto dos Makleid e a primeira a direita e estava fechada, o corredor seguia-se pela esquerda, e virando-se de uma vez só, avistou mais a frente um amplo corredor, Emilly estava de pijama e descalça, com olhar de pavor, no que vinha correndo em sua direção aos prantos, ela não chegava a um metro e meio de altura, ela estava muito assustada. - Eu estou aqui, calma, me diz o que aconteceu, se abaixou para ficar na altura dela. Emilly em lágrimas respondeu. - Tinha alguém no meu quarto. - E ele ainda está lá? – pergunta Kelly.
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