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NA MIRA DO ASSASSINO II

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Blurb

Ele esta de volta, e não está sozinho. Nessa trama de suspense W.H está preste a revelar toda a verdade que não foi dita. Mais quem é seu alvo nesse novo episódio? o que Andrew está prestes a descobrir?

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CAPÍTULO 1
Capítulo 1 Eu estava sentada sozinha no sofá de minha casa comendo pipoca e assistindo um filme de terror, com minha gatinha Cindy siamesa, que estava no meu colo, quando de repente meu celular vibra com uma nova mensagem. Eu franzi o cenho quando vi que era uma mensagem desconhecida, mas quem será? Pensei, não reconheci o número. Quem poderia estar me ligando? Desconhecido: Está gostando do filme Hanna? Fiquei querendo saber quem era, imaginei que fosse o Brendon, meu namorado querendo me pegar uma peça, ele gostava de fazer isso. Mas isso não tem graça alguma. Hanna: É você Brendon? Como não respondia resolvo então ligar para saber se é ele mesmo. Ligação On Brendon: Oi Hanna. Hanna: Querendo me pegar uma peça é? Não conseguiu. Sou mais esperta que você. Brendon: Do que você está falando? Como assim? Hanna: Onde você está? Brendon: Em casa cuidado do meu irmão, não havia lhe falado que meus pais iriam sair e eu ia ficar com ele. Hanna: Você não mandou nenhuma mensagem para mim? Brendon: Não Hanna, porque? Hanna: Nada não deixa pra lá, vou continuar assistindo meu filme. Ligação Off. Assim que eu desliguei o celular, outra mensagem chega. Desconhecido: Como foi a conversa com seu namorado boneca? Hanna: Isso não tem graça. Pare com isso, vai procurar o que fazer. Seja lá quem for isso não tem graça alguma. De repente ouço um barulho vindo da porta dos fundos, tiro a Cindy do meu colo e me levanto do sofá. O barulho se repete mais uma vez e o alarme soou, me deixando mais assustada ainda, minha gatinha correu assustada. Eu fui em direção do alarme e digitei a senha, fui em direção à cozinha e peguei uma faca do faqueiro da minha mãe, percebi que estava faltando uma faca. Não sei quem era, mas eu estava ficando nervosa e com medo, afinal eu estava sozinha. Já se passavam das 22hs. O telefone da minha casa toca e eu levo um susto. Já estava ficando em pânico. Hanna: Alô Desconhecido: Senhora Emily Evans? Hanna: Minha mãe não está em casa, aqui é a filha dela Hanna. - Recebemos uma mensagem que sua casa está sendo invadida, confere? Hanna: Eu acho que sim- falo com uma voz tremula e assustada, eu estou sozinha em casa, pode mandar alguém até aqui por favor. Nessa hora estou com meu celular nas mãos e ele vibra mais uma vez. Desconhecido: Já estou procurando o que fazer, está assustada? Hanna: Quem é você? Desconhecido: Seu mais novo pesadelo boneca, melhor verificar se a casa está fechada. Eu olho para os lados para ver se vejo alguém. Mais não havia ninguém, afinal eu estava sozinha, eu acho. Desconhecido: Você não vai me achar, não adianta ficar olhando para os lados. - Alô Hanna você ainda está na linha? Já estamos mandando uma viatura. - Está bem. Eu olho para o meu celular e digito uma mensagem. Hanna: Milly é você, se for não tem graça alguma. Hanna: Responde, está me assustando, você sabe que tenho medo, não gosto disso, por favor pare. Escuto mais um barulho vindo da porta dos fundos. Desconhecido: Está com medo bonequinha. Então eu resolvo falar. - Seja quem for, a polícia já está a caminho, então pare com isso. Desconhecido: Tem medo de escuro bonequinha? Assim que recebo essa mensagem as luzes de casa se apagam, eu dou um longo e desesperado grito, lágrimas de desespero tomam conta de mim. Eu acendi a lanterna do meu celular, e o telefone estava mudo. Eu havia me lembrado de como eles sabiam que minha casa havia sido invadida? Porque minha mãe não havia habilitado nosso alarme com a central, então quem foi que ligou? Como posso ser tão burra assim? Com quem que eu falei ao telefone, fiquei pensando, meu corpo estava tremendo de medo. Com quem eu estava falando? - E agora o que eu faço – sussurrei bem baixinho, dando uns passos para frente bem devagarinho, eu tinha que sair dali sem ser vista seja lá por quem. Me assustei quando ouvi o miado da Cindy. - Cindy, vem aqui – fiquei focando a lanterna do celular por toda cozinha para ver se eu a via, nada dela. Onde que essa gata foi parar, o medo já estava tomando conta de mim. Depois o miado da Cindy se tornou meio estranho, um miado horrível e doloroso, assustador, os sons de ossos se quebrando foram o suficiente para me deixar mais assustada, o que aconteceu com a Cindy, fico me perguntando. Será se minha gatinha está bem? Aconteceu alguma coisa com ela? ai quem pode ser? Cindy – fico chamando-a bem baixinho- os miados meio distorcidos continuavam, mas o que estava acontecendo. Será se Cindy se machucou? Fui me afastando lentamente para trás, então o miado parou. A casa ficou silenciosa, sem um ruído ou miado de minha gata, as luzes naquele momento se acenderam. Quando olhei para o chão da cozinha, estava minha gatinha Cindy, ou que restou dela coitada deve ter sofrido. Meus olhos lacrimejaram e esbugalharam quando eu vi minha gatinha com o pescoço virado, estendida ali no chão da cozinha. Eu fiquei paralisada naquele momento com aquela cena. Mais quem poderia ser tão c***l ao ponto de matar minha gatinha. Comecei a achar que não era nenhuma pegadinha, era real, minha gata estava ali. Quem entrou aqui? Quem fez isso com a minha Cindy. Eu havia ganhado ela de presente do Brendon. - Eu preciso sair daqui – sussurrei bem baixinho. Meu celular vibra mais uma vez com uma mensagem. Desconhecido: Você não vai conseguir sair a tempo. Eu estou aqui. Eu olhei para os lados mais uma vez, e contei até três, e corri para a porta da frente, mas ela não estava abrindo. Meu celular vibra mais uma vez. Desconhecido: Os jogos já vão começar Hanna. Não fique com tanto medo assim. E agora o que eu poderia fazer naquele momento, eu percebi que estava com sérios problemas, e que não era uma brincadeira de alguns amigos meus próximos. Afinal eles não seriam capazes de fazer isso com minha gata. Desconhecido: Vamos brincar um pouco Hanna, na brincadeira você será o rato, porque o gato já está morto. Fiquei olhando para os lados totalmente perdida sem saber o que fazer, pois, eu estava praticamente presa na minha própria casa. Eu tinha que pensar rápido. No meu quarto tinha uma saída secreta para o lado de fora, mas como chegar até lá eu não sei onde essa pessoa que fica me mandando mensagens está, não poderia colocar tudo a perder. Eu estou com muito medo, mais nessa hora eu preciso pensar rápido, casa é grande ele ou ela não sei, pode estar escondido em qualquer lugar aqui. Mas como essa pessoa doentia entrou aqui, quando meus pais saíram eu tranquei as portas, eu acho. Será alguém conhecido dos meus pais que quer pregar uma peça? Não. A minha Cindy está morta, então não. Eu queria entender o porquê que essa pessoa estava fazendo isso comigo, mas quem poderia ser. Resolvi então mandar uma mensagem. Era o único jeito de descobrir quem era. Hanna: Apareça. Desconhecido: Acho que você não vai gostar de me conhecer Bonequinha, você tem certeza que quer me ver? Você pode se decepcionar se ver meu rosto, melhor não. Hanna: então você está querendo me dizer que já me conhece? É isso? Desconhecido: Bingo. Hanna: deixa de ser covarde e apareça? Seja lá quem for, eu não tenho medo de você. É lógico que eu estava morrendo de medo, mais não poderia demonstrar, nessas horas temos que ser fortes, mesmo estando com medo, vi isso em um filme. Desconhecido: não é isso que eu estou vendo Hanna, você esta sim com medo, eu posso sentir daqui, seu sangue, seu corpo todo trêmulo, isso me da mais emoção, quando minhas vítimas estão com medo, aumentam a minha adrenalina. Nesse momento eu fiquei toda paralisada, quem poderia ser? Essa pessoa que esta na minha casa, será o assassino tanto procurado pela polícia? O que eu faço agora? Não posso gritar, ele pode estar escondido em algum lugar, se eu gritar, ele pode me matar, assim como fez com a minha gata Cindy.

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