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2188 Words
? A noite para alguns ainda ia longe, mas o g***o de amigos foi se despedindo aos poucos, acabando que cada um foi para suas casas. Avani, como havia dito, foi com o namorado e Kio para a casa, Blake, Amelie, Addison, foram no carro de Bryce, com ele. Dixie e Noah acabaram indo embora com a família Damelio, ainda queria conversar e aproveitar um pouco o momento com a filha e genro, e como de costume, levar Liv para casa foi tarefa de Richards, que também não estava lá das melhores coisas mas podia dirigir facilmente. O caminho de conversas idiotas, músicas altas e troca de olhares e cantadas corriam soltas ali entre eles, na porta do apartamento, Gray quase beija no chão, mas por sorte Josh a segura pela cintura, dando-a um arrepio na espinha, deixando suas respirações próximas e ofegantes. De modo que sentissem seu respirar, estimulando mais e mais seu d****o.  A tentação os chamava e o álcool que corria em suas veias, não ajudava. — Liv, protesta ofegante. — É melhor pararmos. Você está bêbada. —  por mais que os lábios rosados e tentadores de Gray os chamassem, Richards sabia que ela não estava totalmente consciente, e consequentemente, não teria noção de suas atitudes. Era isso que o impedia, ela. Porém, no fundo, havia um receio de que as coisas mudassem, já que ela fazia um grande papel em sua vida e ele não queria que isso se alterasse. — Você está bêbado? Porque eu não. —  fala em tom baixo, encostada na porta do apartamento que já estava aberta, mas nenhum ali havia tido coragem ou v*****e de sair daquela posição e calor tentador. - Tinha as mãos da rapaz em suas cintura, seus corpos colados e seus olhos revezavam entre o mar de olhos claros do garoto e sua boca que continha um sorriso frouxo. — Eu não estou. - responde sorrindo. — Isso é bom. Mas melhor deixarmos pra lá mesmo. Sabe né. - Gray brinca, com um sorriso de canto e divertido, apenas querendo provocá-lo, após ter passado a mão por todo o abdômen do garoto, o deixando louco. — Ah Gray, qual foi? - o loiro assume, deixando seu receio para lá, já que ela não estava bêbada, não havia porquê não se divertir um pouco. — Só se você baixar a guarda primeiro. - desafia, sorrindo orgulhosa. — Acho justo. - Josh fecha o acordo com um sorriso de canto, se divertindo com aquilo e logo  beija-a no mesmo instante. Um beijo quente, intenso, com as respirações aceleradas, batiam-se contra as paredes, até o quarto da garota que era no fim do corredor. ‘Batíamos nossas costas e tropeçávamos em nós mesmos, mas nossas bocas e corpos não se descolavam por nada. No quarto, estávamos parados, um na frente do outro, e Josh me deu um selinho, depois outro e outro, e um sorriso foi crescendo no rosto de nós dois. Richards me colocou sentada na cama, e se ajoelhou na minha frente, de um modo que eu me encaixasse em suas pernas e que minha i********e se chocasse com a dele. Colocou as mãos nas partes externas da minha coxa e acariciou minha pele nua, com um suspiro ofegante e um sorriso que o chamava, passei meus braços por seu pescoço, aproximando nossas faces e roçando meus lábios nos dele. Ficamos nos encarando durante alguns segundos, mas só com aquele leve contato entre nossas partes baixas, eu poderia sentir seu volume por baixo da calça e minha i********e molhada mesmo sendo apenas um contato ‘banal’ entre nossos corpos. Richards conseguia me deixar molhada com algumas provocações e toques, por mais que eu não quisesse admitir, era a verdade. Com nossos lábios roçando levemente um no outro, sentindo sua respiração, isso estava me deixando mais instigada — Puxei-o para mim e não deixei com que nossos lábios se desgrudassem, em um passe, Richards estava em cima de mim, apoiado entre seus braços e encaixando nas minhas pernas. Pedi passagem para a língua e o rapaz cedeu na hora, era um beijo estranho, diferente de todos os olhos. Nossos línguas se encontraram e a sensação de intensidade e calmaria, era a mesma. Era esse o diferencial desse beijo. Ao mesmo tempo que intenso, era calmo; era quente mas havia serenidade; tentador e carinhoso, era uma mistura de sensações inexplicáveis, era estranho um beijo haver tantos antônimos em uma só descrição.  Sendo assim, o beijo era tentador e estranho, mas digo de um beijo bom, porque por mim, nossos lábios jamais se desgrudariam e nossas línguas viveriam dançando uma com a outra. A sua mão gelada levantava um pouco do meu vestido, dando espaço a minha b***a, fazendo com que um calor subisse por todo meu corpo. Seu toque me instigava e sua mão gelada, contra minha pele quente e nu me deixava louca. Afastei nossos rostos por alguns segundos, para poder desabotoar lentamente sua camisa branca, e sentia seu olhar sobre mim e sua respiração ofegante. Desabotoando sua camisa, dando visão ao seu abdômen definido e chamativo, um sorriso involuntário se forma em meu rosto, juntamente com uma mordida do meu lábio inferior ao tirar aquela camisa que cobria toda a visão do paraíso — que, infelizmente ou felizmente, era o abdômen de Josh Richards. Joguei sua camisa para um canto qualquer do quarto, aquilo era a última coisa que eu gostaria de ver na minha frente naquele instante. Josh sorriu malicioso com meu ato e logo me beijou de novo, enquanto suas mãos exploravam cada curva do meu corpo, que ainda estava coberto por um tecido de seda. Richards não era o único que explorava o físico de alguém, minhas mãos deslizavam por todo seu abdômen e rasgavam suas costas com as minhas unhas compridas, que o faziam arfar alto. Minhas mãos passavam por seus ombros desenhados e desciam para seu peito musculoso, mas logo caminhavam até seu abdômen malhado e deslizando e deslizando, chegaram até a barra da sua calça preta. Desci mais um pouco, e dei um leve aperto em seu m****o ereto por cima do tecido, e vi Richards soltar um gemido fraco, e eu apenas sorri como se minha provocação tivesse funcionado.  Desabotoei sua calça e abri seu zíper, o rapaz descolou nossos lábios e sorriu, e eu não fiz diferente. Josh com suas mãos geladas, deslizou elas por toda lateral do meu corpo e pela minha pele nu, levantando meu vestido e me deixando arrepiada por seu toque e temperatura, ele sorriu vendo o que havia me causado e só soltei uma risada anasala, revirando meus olhos. — Você fica uma gostosa quando faz isso. - Richards sussurra bem rente ao meu ouvido, fazendo uma energia subir por todo meu corpo. Sua voz rouca e grossa, colada ao meu ouvido, era como se eu estivesse nos céus, pois aquilo era tão sedutor. Eu não o respondi, soltei um riso frouxo e em seguida, o rapaz já estava tirando meu vestido com suas mãos geladas, deixando meu corpo apenas de lingerie para ele — e ele sorriu. Sua calça já estava fora de campo, agora era eu com minha calcinha e s***ã rendados e pretos e ele com sua cueca box pretas, para uma sessão de fotos, nossas roupas combinavam. Josh me puxou pelo pescoço, em um ato delicado e intenso, colou nossos lábios e desceu suas mãos até meus ombros, abaixando as alças do meu s***ã e em questão de segundos, Richards já havia se livrado dele, jogando-o para longe e um sorriso se forma na mesma hora.  Uma de suas mãos, brincava com meu seio esquerdo, enquanto a outra segurava e apertava meu pescoço, de um jeitinho que nunca havia visto. Ali, me sentia entrando no céu, seu pegava no pescoço, estava me deixando doida e minha i********e, encharcada. A mão que estava no meu pescoço, foi esquecida, quando senti leves mordiscadas e beijos molhados descendo pelo meu pescoço, seguindo uma trilha aos meus s***s. Com certeza marcas ficariam ali, mas quem ligava?  Uma de suas mãos massageava meu seio, enquanto sua boca brincava e se deliciava com o outro. Sentia beijos e mordiscadas pela meu seio direito, me fazendo arfar alto, em segundos sua mão descia lentamente pelo meu tronco, chegando a minha i********e, quando senti, não só sua ereção, mas seus dedos massagearem o local, o que me fez soltar um breve gemido. Josh afastou minhas pernas, e os seus lábios que estavam em contato com os meus, deixavam um rastro de beijos molhados por todos o meu corpo, chegando até minha i********e. Suas mãos desciam lentamente em contato com a lateral do meu corpo e assim se encaixando em minhas coxas, assim como Richards que estava louco para experimentar o meu sabor, mas preferiu me provocar primeiro, pois se não fizesse isso, não seria RIchards. Ele subiu, e colou novamente nossos lábios, mas suas mãos deslizavam pela lateral da minha coxa, retirando minha calcinha e a tirando de campo. Sua mão começou a massagear minha i********e, provocar, sem nem um aviso se quer, senti um dedo dentro de mim o que me fez soltar um gemido alto pela surpresa. Richards continuou com seus movimentos durante algum tempo e logo, senti outro dentro de mim, e uou, estava prestes a entrar em colapso. Não conseguia conter os gemidos que saiam da minha boca, e quando ele parou, gemi de desespero, e separei nossos rostos, o olhando com reprovação de seu ato. — Me diz o que você quer, hm. — sussurrou, querendo me ver implorar por ele. Por mais que eu não quisesse, eu corpo precisava dele, precisava disso. — Quero que você continua isso. Que você continue. — dou ênfase, e o rapaz parece satisfeito com isso, abrindo um sorriso orgulhoso e logo voltando aos rápidos movimentos com dois dedos dentro de mim. Um rastro de mordiscados e beijos seguiu até minha i********e, onde ela estava pulsando, implorando por ele. RIchards se abaixou ali, e encaixou suas mãos nas minhas coxas e deu alguns beijos delicados por minha i********e, e logo pude sentir sua língua dentro de mim, o que me fez soltar um gemido alto, que dessa vez, n******e ser compactado e abafado com um beijo, pois a língua de Richards estava ocupada em um trabalho mais importante. Tempo depois, senti um líquido quente sair de mim e vi Richards o engolir satisfeito, o que me fez sorrir, mas dessa vez, era minha hora. Mordi meu lábio inferior e agarrei seu pescoço puxando-o para mim. Em um passe, Richards estava por baixo, e o comando agora era meu. — Sou eu quem mando agora. - digo em um sussurro, olhando no fundo dos olhos do rapaz, o que me deu uma sensação de ombro mundo. Uma energia e fervor passando por mim. — Você é sempre quem manda. - Josh diz sorrindo, com sua voz grossa, que me fez sorrir e logo sentir sua boca na minha novamente. Desci minhas mãos por todos seu corpo, explorando e conhecendo cada canto dali, chegando em sua parte baixa, dei alguns apertos em seu amigo, vendo-o soltar alguns gemidos que eram abafados por nossos beijos. Desci uma trilha de beijos molhados e lambidas por todo seu abdômen, sem tirar os olhos do rapaz que soltava leves gemidos e mantinha os olhos presos em mim. Desci sua cueca preta que estava com um grande volume, e Deus fez esse garoto direitinho. Sorri ao ver seu amigo pulsar ereção e comecei com movimentos de vai e vem, fazendo Richards soltar leves gemidos. Dei alguns beijos e lambidas pela cabeça de seu amigo, pouco antes de colocar logo a minha boca ali. Enquanto minha boca fazia um trabalho, minha mão fazia movimentos de vai e vem na parte em que não estava sendo estimulada, já que daquele tamanho, não caberia tudo. Escutava o loiro gemer alto, e confesso que aquilo me estimulava cada vez mais. Em questão de minutos, senti um líquido quente descendo pela minha garganta e engoli. Com isso, vi o garoto sorrir com meu ato. Josh me puxou pelo pescoço com seu jeitinho, e me beijou intensamente. A última coisa que eu ouvi, foi um pacote de c*******a se rasgando, já que depois disso, o apartamento inteiro ecoavam gemidos e arfadas. Richards dava fortes estocadas, e eu gemia alto com aquilo, mas não o deixaria fazer aquilo tudo sozinho. Em um passe, me via em cima do rapaz que me olhava surpreso pelo meu ato. Comecei a rebolar um pouco em seu amigo, enquanto escutava o gemer alto, e do nada parei, na intenção de provocá-lo. — p***a, Gray! - exclama o rapaz com reprovação. — O que você quer? Não estou te escutando. - sussurro em seu ouvido, dando leves mordiscadas em sua orelha, fazendo-o arquear suas costas. — Você. Você é tudo que eu quero estar dentro. - satisfeita com sua fala, voltei aos movimentos, e gemidos eram abafados por meio de nossos beijos molhados. Em alguns minutos, nós dois nos víamos deitados. I. agora o negócio vai pegar fogo?? II. o horário permite??
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