Ajoelhada

1097 Words

Eva saiu do quarto vestida, os passos firmes no chão de madeira. Na sala, encontrou Marco sentado em uma poltrona de couro escuro, com um copo de whisky na mão. Estava sóbrio demais para estar bêbado, mas a rigidez nos ombros dizia tudo. Ele não se virou. Apenas falou: "Você é livre para ir quando quiser, Eva. Não é uma prisioneira aqui." Por um instante, o corpo dela desarmou. O alívio correu por suas veias como morfina. Ela respirou fundo, quase emocionada, e se apressou: "Obrigada, Marco. Juro que vou conversar com o Luca. Me dá um tempo e eu... eu prometo que vou encontrar uma forma de vocês se entenderem. Ele só precisa de espaço. De tempo. É uma decisão sensata você querer formar ele agora, da forma certa." Marco levou o copo à boca com lentidão. Ainda não a olhava. "Você pode i

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