Luna narrando capítulo 65 Eu não sei como meu corpo ainda obedecia, porque por dentro eu era só tremor, pulsação e um vazio quente que pedia ele, chamava ele, implorava por ele. Quando ele entrou de novo, mesmo devagar, cuidadoso, meu corpo inteiro arqueou como se estivesse vivo por conta própria, como se reconhecesse ele antes de mim. - Ahn… escapou da minha boca sem controle, sem filtro, só instinto. Ele mordeu meu queixo, subiu a mão grande pela minha cintura, me puxando mais pra ele, me encaixando com uma precisão que parecia impossível. E quando nossos corpos se encontraram de novo, quando ele empurrou até o fim… eu juro que senti meu coração parar no peito. -Assim… ele sussurrou no meu ouvido, mordendo minha orelha. -Toda molhadinha… toda aberta pra mim… Luna, você vai me deixar

