Marina narrando capítulo 56 O dia já tinha clareado e eu tava um caco. Olho ardendo, corpo mole, e a sensação nítida de que tinha sido atropelada por um caminhão chamado Jacaré. Meu celular vibrou, baixinho, quase engolido pelo barulho do chuveiro. Só podia ser ele… ou alguém muito específico. Pouquíssimas pessoas têm esse número. Aproveitei que o Jacaré tava no banheiro , oh homem grudento do c****e, achei que não ia desgrudar nunca , e puxei o celular. Tô toda laceada, pernas tremendo, cu ardendo até a alma. Aquele desgraçado me comeu como se tivesse guardado raiva a semana inteira. Parecia que queria me furar por dentro. Quando eu vi o nome Yan na tela, meu estômago virou gelo. O braço direito do Pablo. Meu informante , consegui ter ele do meu lado e nem precisei de muito trabalho

