Negão Me aproximo dela indo para sua direção, porém quando estava perto da cama ela ergueu o braço. — PARÁ! — Ela grita e na mesma hora parei. Na verdade fiquei surpreso com aquilo. Seu olhar estava diferente… Estava… Com medo? Mas por quê? Dou outro passo e ela grita de novo. — NÃO SE APROXIMA! FICA AÍ MESMO… n***o! — Arqueio a sobrancelha. Ouvir direito? Ela me chamou de n***o e não de Bruno? Noto ela fitando a minha camisa, depois olho para baixo e estava toda cheia de sangue do desgraçado do j**a. E também estava segurando a viga do quadro, que tinha quebrado ao meio, não parava de pingar. Volto o olhar para ela que está toda encolhida e está de cabeça baixa. Não olha para os meus olhos. Jogo a viga pra longe e volto olho pra ela. — Anjo… Não precisa… — Falo com suavidade, ma

