bc

Vendida para o Mafioso - Morro e Máfia

book_age18+
3.6K
FOLLOW
20.8K
READ
dark
love-triangle
possessive
sex
submissive
mafia
gangster
drama
tragedy
city
like
intro-logo
Blurb

Negao e um dos bandidos mais cruéis e perigoso do Jacarezi ho, principalmente quem o deve.

Por conta disso, um cliente mais antigo e morador da favela lhe deve uns meses, e por isso o Negao e seus comparcas vão lá o cobrar.

Vendo e devedor todo sujo e viciado ele mesmo assim cobra o que lhe deve.

O pobre homem, não tendo nada o traficante manda seus comparcas lhe darem uma lição, e pelo desespero do homem, ele oferece sua única filha como pagamento, o traficante acha graça do que o Senhor disse, mas depois vê que ele fala sério. Nesse momento entra a Ana, uma jovem linda e doce, assim que ele bate os olhos na mulher ele fica encantando com sua beleza.

O negao da uma olhada na casa e depois para o pai da jovem, ele então ordena que a jovem arrume suas coisas para ela ir com ele.

Sem entender, ela bate de frente com o traficante, mas ele da uma encarada nela, mas ela cede e vai com ele. Depois de ir morar na mansão do Negao, ele lhe promete lhe dar uma vida de rainha e que nada vai acontecer com ela.

No começo, eles não se dam bem, e ela não aceita essa nova vida, mas depois vai nascendo um sentimento entre eles, que não conseguem controlar. Envolvida com o Negao, e no mundo do crime, Ana não quer perder seu grande amor e vai fazer de tudo para proteger sua casa e seu amor.

chap-preview
Free preview
Capítulo 1
Neg@o Ouço um barulho? p***a, quem tá me ligando? Vai continuar tocando. Vou terminar o meu banho. Sai da minha hidro, vestir o meu roupão. Caminhei até a minha cama, peguei o celular e vi que a última chamada era do meu braço direito. Retorno a ligação. — E aí, Vitinho? Qual é do bagulho? — Pergunto, me sentei. — Caraca que demora para atender, ein? Tô ligando a horas p***a! — Resmunga no outro lado da linha. — Fica na disciplina! Não atendi porque estava no banho. — Aviso, sacudir o cabelo que estava molhado. — Fala logo que tu quer? Espero que seja da encomenda que estou esperando? — Ok. É sobre essa parada mesmo. Deu tudo certo como o senhor disse. — p***a, claro que ia dar certo, rapa! Aqui não é só boniteza. — Levantei da minha cama, vou até o espelho lá no banheiro, me admirando. — Já que ocorreu tudo bem no bagulho, traz para eu ver. Ah, não esquece de trazer a minha grana e o caderno. Quero ver como anda as vendas. — O Vitinho ficou quieto. Não estou gostando disso. — Você me ouviu? — Sim… Vou fazer isso… — Pragueja,desliguei em seguida. Sai do banheiro, passo pela minha cama king size e fui até o meu closet. Quando estava terminando de me vestir alguém está batendo na porta, sai dali e fui até a porta, abri e era Juliana. — O que foi Juliana? — Estava de calça jeans, sem camisa. Ela olha para mim por um tempo, olhando o meu peitoral. Dou um leve sorriso de canto de boca. — Juliana? — Sim? — Fita o meu rosto e levanto a sobrancelha esperando ela me dizer algo. — Ah, sim… Senhor Vitor e outros rapazes chegaram e trouxeram umas caixas… — Aponta para sala de estar. — Obrigado. Vai lá e diz que já estou descendo e prepara um café, depois levá la. na sala. — Ordenei, ela sacudiu a cabeça em sinal que sim. Depois desceu as escadas, fechei a porta e fui para o meu closet para terminar de me vestir. *** Já na sala falo com os caras e vou até o Vitinho o cumprimento. — E aí cara. Cadê as belezinhas? — Pergunto, me afastando. Ele vai até a pilha de caixas que estavam no meio da minha sala estar, tira a tampa de uma delas. — Aqui está, chefia. — Disse, vou até sua direção. — p**a que pariu. — Pego um dos fuzil e começo a sorrir. Depois me virei com o fuzil, destravei e mirei no j**a. É dos moleques que trabalha pra mim. — Imagina o estrago que essa coisa linda pode fazer? — Para com isso chefia. Abaixa esse negócio aí? — Ergue o braço fazendo o gesto para baixar a arma. — Você é cagão mesmo. — Zombo ele. Jogo o fuzil pro Vitinho que põe de volta na caixa. — A arma está descarregada, seu babaca! — Rir, fui até o meu trono de ouro e com pedras de diamantes, com estofado vermelho. E me sentei, em seguida entra a Juliana, com a bandeja com o café e um bolo de cenoura com chocolate. Assim que ela coloca sobre a mesa de centro. Na mesma hora a molecada vai pra cima da mesa e pega as fatias do bolo. — EI? QUE p***a É ESSA? NÃO TEM MAIS EDUCAÇÃO, NÃO? — Grito e todos se afastam, com a boca cheia. — Foi m*l chefia… Mas a Ju faz uns bolos tão, tão gostosos que ficamos doidos. — Disse o Vitinho. Depois olho para minha empregada que sorri pelo elogio do Vitinho. Peço para Juliana sair, que volta para cozinha. Logo os moleques acabaram de comer. — Já alimentados, vamos para os negócios. Vitinho, passa pra cá a minha grana? — Ordenei, fazendo gesto com a mão para ele se aproximar. Ele afasta a bandeja e põe dinheiro ali na minha frente. Dou aquele sorriso largo, pego um dos bolos do dinheiro e começo a contar. Fico uns dez minutos contando, depois de pegar a minha parte, separo dos rapazes por partes iguais, porém, o do Vitinho dou mais. Ele é o meu braço direito. — Agora que todos estão com que me faz rir, não é mesmo? Vitinho, me passa o caderno? — Certo. Aqui está. — Coloca na mesa. Mas seu rosto está diferente. Parece preocupado? Dei de ombros, dou uma olhada no caderno. Hmm, parece que tivemos ótimas vendas. A cocaína e crack saíram bastante. Logo vejo o numero de dinheiro que está na minha frente e o que está anotado aqui, tem algo de errado. — QUE p***a É ESSA AQUI? — Dou um salto do meu trono, vou até o Vitinho com sangue nos olhos e com o caderno na mão. — PORQUE ESTÁ FALTANDO CINCO MIL AQUI, VITINHO?

editor-pick
Dreame-Editor's pick

bc

O Lobo Quebrado

read
125.9K
bc

A Vingança da Esposa Desprezada

read
4.6K
bc

Amor Proibido

read
5.4K
bc

Primeira da Classe

read
14.1K
bc

De natal um vizinho

read
13.9K
bc

Meu jogador

read
3.3K
bc

Menina Má: Proibida Para Mim

read
1.6K

Scan code to download app

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook