Negão — Olá, sou Bruno Silva. É um prazer conhecê-la. — Ergo a minha mão para cumprimentá-la. Ela me fita por um tempo. Fica desconfiada, acho por está ali, com a anjo e não o pai dela. — A senhora não vai apertar a minha mão? — Indago, levanto uma das sobrancelhas. — Ah, sim é claro. É prazer em conhecê-lo… — Ela aperta a minha mão. — Como se chama mesmo? — Bruno. Bruno Silva. — Respondo, ela se afasta, ainda me fitando. — E o que o senhor está fazendo aqui? Não me lembro da Ana ter falado do senhor? — Ela olhou para o anjo e abaixou a cabeça. Depois voltou a olhar para mim. Merda! Foi ter trabalho! — Que tal se a senhora deixar nós entrar para explicar? — A fito. Ela olha para o anjo que assente, balançando a cabeça. — Está bem. Por favor, entram! — Ela disse, abrindo a porta

