- Como assim? - Perguntei me fingindo de desentendido. - Eu… Eu não sei do que você está falando. - Sabe, sim. Nicolá, não precisa ficar com medo, eu estou feliz pelo relacionamento de vocês. Você é um bom garoto e meu sobrinho merece alguém especial, como você. - Hã… Obrigado. - Falei meio incrédulo. Nisso, Connor retornou com os sucos que sua tia havia pedido. Tomamos café e no caminho para a escola eu o questionei sobre o que ele havia dito para a tia, e ele me comentou que havia dito a verdade para os tios e que ambos haviam aceitado super bem, confesso que fiquei feliz por isso. (...) Alguns meses haviam se passado. Minha irmã ainda estava desaparecida e não sabíamos mais o que fazer, já havíamos colocado fotos da Anabel nos jornais, meus pais já foram a vários programas de tv, a

