Eu tinha os cabelos presos no alto da cabeça, Dom tinha um olhar de culpa e soltava uma mala no chão. Ele não estava gozando de plena saúde, estava com um lado do rosto deformado, tinha pontos em cima do cílio e uma distribuição de roxos pela face. Adentramos a saleta do quarto, a portinha dava a vista para a vila de centro e tudo era do mais simples. — Você podia melhorar sua cara, não é tão r**m morar comigo. — Eu entrei no cômodo, olhei pra ele e suspirei. — Se eu te pedir desculpa de novo, vai melhorar a sua cara? — Meu problema não é o perdão, Dom. Kane tem razão, não posso culpar você por ter chegado onde cheguei, mas agora os panos estão claros. Eu não quero fugir com você, e vou morrer tentando chegar até a Pray. — Ele suspirou, desviou o olhar, passou as mãos pela cabeleira rui

