EPISÓDIO 6

972 Words
Eu pressiono o meu pá*u contra a sua bo*ceta e aprofundo o beijo, as minhas mãos por todo o seu corpo, nós dois desesperados de uma forma que não me lembro de ter estado desesperado. Eu alcanço entre nós e acaricio o meu p*au ao longo do seu s*x*o. — Eric. Ela sussurra, os seus dedos curvando-se no meu peito. — Não temos camisinha. — Eu sei. Eu só quero sentir você por um momento. Eu pressiono dentro dela, afundando profundamente, mas não me deixo mover. — Pu*ta merd*a. Murmuro, e sei que tenho que parar agora, mas deslizo para trás e empurro mais uma vez. Ela engasga. — Temos que parar. Ela sussurra com urgência, mas, então estamos nos beijando, e é tão bom, bom demais. Eu vou gozar se não parar agora. Eu saio e nós dois ofegamos com o impacto. — Santo infe*rno, mulher. Eu digo rolando de costas de dor com o quão perto eu estava de gozar dentro dela, todo aquele calor úmido e apertado me envolvendo. Helena rola para o meu lado, as suas curvas suaves e perfeitas pressionadas ao meu lado, e ela se inclina e me beija. — Eu realmente queria que você ainda estivesse dentro de mim. Ela sussurra contra os meus lábios, a sua voz tão doce e sexy, a sua mão deslizando pelo meu peito e pela minha barriga para agarrar o meu p*au. — O que você precisa agora? Ela pergunta. — Fo*der você. Eu digo. — De cerca de dez maneiras diferentes, a nossa falta de preservativo diz que não posso. — Ainda podemos fazer isso. Ela diz. — Eu ainda posso fazer isso. Ela não usa palavras para explicar o que é “isso”. Ela desliza pelo meu corpo, a mão ainda em volta do meu eixo, enquanto ela se ajoelha ao meu lado. Os seus olhos encontrando os meus, a sua língua lambendo o líquido acumulado na ponta do meu eixo, o que tenho certeza que é mais do que simples excitação. Eu nem quero pensar em quão perto estive de entrar nela. Ela fecha a boca em volta de mim, me chupando longa e profundamente, a sua língua deslizando em volta de mim enquanto ela faz isso, e eu digo a mim mesmo para parar, digo a mim mesmo que estava tão perto de gozar dentro dela, que não vai demorar muito para isso. Eu não quero gozar na sua boca. Eu tento parar. Eu tento muito puxá-la de volta. — Pare, Helena, ou eu vou... Ela me chupa mais fundo e está tudo acabado. Eu não consigo me conter. Eu empurrei na sua boca e pronto. Mais um impulso e estou tremendo de liberação e não consigo recuar. Ela me chupa mais fundo, por mais tempo e depois mais devagar, até me levar até o fim. Deus, acho que estou apaixonado por essa mulher, o que, claro, não é possível. Eu não amo ninguém, mas se amasse, já estaria no meio do caminho com toda a sua sensualidade vulnerável. Quando ela me solta e beija a minha barriga, eu a arrasto para mim, beijando-a e rolando-a de costas. — Eu realmente odeio não ter camisinha. — Eu não. Ela diz. — Isso significa que você não é um homem prostituto que está sempre preparado para fod*er qualquer uma. Mas, sei que acabamos aqui. Você está indo. Você não quer isso. Eu sinto isso. — Eu quero você. Eu digo, chocado com o quanto essas palavras são sinceras. — Eu não me refiro a mim. Quero dizer, este lugar. — Por que você quer este lugar? Eu pergunto. — O que faz você precisar disso? — O que fez você precisar disso? Ela rebate, evitando uma resposta direta. — Família. Eu precisava da conexão. — E agora? — Não. Eu digo facilmente, a resposta que não estava clara quando cheguei está clara agora. — Agora não. — Eu gostaria de não precisar disso. Ela rola de cima de mim e fica de costas. — Por que você me chama de princesa? Olho para ela. — Você é o herdeira de um negócio que Kingston absorveu. Você tem sangue real por aqui, mas não o sangue real deles, certo. — Eu não posso aceitar isso. Não posso simplesmente deixar o trabalho do meu pai ser absorvido e esquecido. Minha mãe... ela cometeu um erro. O meu pai trabalhou muito para que tudo o que ele criou fosse esquecido com essa fusão. Eu rolo e me sento, o meu cotovelo perto da sua cabeça. — Está feito. É tarde demais e Isaac sempre será o número um. Você sabe disso, certo? — Eu não aceito isso. De jeito nenhum. Isaac...ele é o bastardo. E inútil. Ele pensa apenas nele, não sobre a empresa, não sobre o legado ou o futuro, ou... qualquer coisa que importe. — Ele é o herdeiro, o primeiro sangue, o filho de ouro. — Eu quero que você esteja errado. Eu procuro os seus olhos e encontro a verdade. — Mas você sabe que não estou. Eu digo. — Então por que você está aqui? Se você realmente acredita nisso, se acredita que não podemos fazer diferença, por que está aqui? Ela atinge um nervo e eu rolo de costas. — Eu precisava saber que não estava errado. — Sobre o seu pai? — Sobre mim. Eu digo e posso senti-la olhando para mim, mas não olho para ela. — O que isso significa? Ela pergunta. — Eu precisava saber que sabia quem eu era, quem eu sou. — E quem você é? Ela pressiona. — O bastardo. Agora eu olho para ela, agora deixo que ela veja o meu verdadeiro eu nos meus olhos. Eu a deixei ver quem ela meio que fó*deu. — Eu sou ele. Eu sempre serei ele.
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