RICARDO SANTIAGO 🔥 Minha vida nunca teve espaço para moral. Desde muito jovem, fui arrastado para o submundo do “negócio de família” — uma herança maldita que não escolhi, mas da qual nunca consegui escapar. No início, não entendia exatamente do que se tratava. Depois entendi: tráfico de mulheres. Meu pai sempre repetia que mulher boa era mulher rentável. "São como mercadoria rara — quanto mais inocente, mais cara", ele dizia. Foi no Brasil que tudo mudou. Foi lá que conheci a Júlia. Ela era linda. Mas não era o tipo escancaradamente sensual que chamava atenção. Ela tinha algo diferente. Algo que a tornava valiosa demais para ser ignorada. Inocente, discreta, meio retraída... Do tipo que o meu pai dizia que daria milhões se bem trabalhada. Era exatamente o perfil que aprende

