Yuri recebeu a notícia da morte de alguns de seus alvos com muito desgosto. Imediatamente associou à Dara, pensou em procurá-la e reclamar, mas a teimosia da moça já era conhecida. Pensando em reduzir o contado de Dara com seu trabalho, precisou priorizar aquela lista e dedicou a semana àquilo — não só a lista de Filho, mas outros que Tito e Naval lhe atribuíram. Durante esse tempo, Dara alternou os dias de folga para continuar lidando com os alvos, sempre muito cautelosa. Na delegacia, ficou na recepção, acompanhando o único policial. O homem chamava Fabrício. Tinha vinte e cinco. Pardo e alto. Era alguém com muitas ambições e até coragem, apesar de muito ingênuo em suas auspiciosas ideias de combate ao crime. Foi razoável. Ela não teve problemas com ninguém e todos estavam ocupados d

