— Putä merdä. — Yuri trincou os dentes. Pensou duas vezes se deveria ou não dar partida no carro. Era simplesmente impossível saber se Dara blefava ou não. Seu rosto doce, seu olhar gentil, estavam cobertos por hostilidade. O jovem usava óculos escuros, os dreadlocks estavam amarrados sobre a cabeça e alguns dos grossos fios caíam em sua testa, apenas para disfarçar seu rosto. Ele arfou, sem coragem para continuar apontando as armas. Descansou as pistolas no colo e abriu o vidro. — Yuri!? — Dara perguntou, retórica. — O qu- Engoliu seco, sentindo o coração acelerar. Ele apenas a olhou, em negativa, incapaz de falar. — A gente pode conversar? — Ela pediu. — Não é bom ficar aqui fora! — avisou. — Não sei se vão tentar te matar de novo… Vai ‘pra casa! — pediu. — Por favor. — Que mer

