XIII. Pela Única Rosa

1806 Words

Yuri seguiu até Estácio, muito concentrado na direção. Antes de partir, abaixou o banco do carona para Ângelo ficar deitado — impedindo-o de ser visto por câmeras de segurança. Na rua do hospital, tirou uma das balaclavas que guardava no porta-luvas e entregou ao policial, deixando outra em seu colo. — Se precisar atirar, veste essa porrä, senão fodeü ‘pra tu. — Porrä, valeu! ‘Tá melhor equipado que eu — brincou, rindo. Yuri sorriu e voltou sua atenção à rua. Nenhuma dificuldade lhes afligiu na viagem. Era uma bela noite estrelada. A lua começava a minguar, ainda provendo iluminação às desérticas ruas escuras. Uma bifurcação na esquina do complexo hospitalar era usada como estacionamento ilegal, afinal ninguém se importava com a segurança do local onde deixavam seus carros. Yuri p

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