“Se for realmente fazer isso, não pode deixar o coração falar. Tem que ser esperto, eu te ajudo!”, dizia a fala de Dara na cabeça do gerente, que buscava conforto num grosso baseado. Ele levou o homem de volta ao quarto, expulsou as moças com muita truculência. Olhava para os dourados fios no corpo do AR, com muita melancolia e euforia correndo em suas veias. “E se atirar for aquilo que me tornará ele!?”, se perguntava, observando o quanto o homem parecia indefeso enquanto deitado, desacordado, vestido como um qualquer. O branco deu um generoso trago, pressionando o ar contra seu peito tão intensamente quanto seu desespero para aliviar os pensamentos lhe mandava. “Ela sabia o que passaria, ficou porque quis. Se não ‘tivesse de trairagem, eu teria feito mais!”, a fala do chefe ecoou em

