LVI. Sem Menção a Rosa e Sem Massagem

2048 Words

— O que rolou, Darinha? — Naval perguntou. Após pegar o guarda-chuva e fechar a casa, Dara subiu. — A mina chegou com uns papos estranhos. Aparentemente, me odiava, me ameaçou… ele ouviu e fodeü — respirou fundo., em negativa. — c****e! — Por ordem de eliminação, ele ‘tá muito surtado ou pouco? — Porrä, Erik! Nem sei se ‘tá me zoando — encarou o gerente, desconfiada, ele parecia falar sério, mas a fala não colaborava. — ‘Tô falando sério. — Como eu vou saber? — Deveria, Darinha. — O gerente riu. — Como ‘cê consegue rir!? — Ela perguntou, bufando. — Me dá uma cerveja, por favor!? — Achei que ‘cê não bebia… — Não podia, até agora! O gerente gargalhou e seguiu à cozinha. Ele parecia tão relaxado, o que era ainda mais irritante para Dara — ele tinha que estar tão preocupado quanto

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