XV. O Guerreiro de Fé Nunca Gela

1971 Words

Uma mulata, muito simpática, chamada Luciana era a boa alma que distribuía quentinhas a todos os rapazes do movimento, tanto na hora do almoço quanto no jantar. Yuri pegou sua marmita e a de Naval para seguir até a casa do chefe, onde sabia que o gerente ainda dormia. Entrando na casa, o amigo acordou com o cheiro de comida — o dia anterior, regado a maconha, lhe deu um apetite bem grande. — Porrä! Que larica é essa, moleque!? — Yuri brincou. — Ainda nem fumei — riu. — Ainda… Yuri acenou a cabeça em negativa. Sentou no sofá de frente para o amigo e colocou ambas as refeições sobre a mesa. Cheirava a bife com fritas e o filé malpassado estava tão saboroso quanto o cheiro perfumando a sala evidenciou. A dupla comeu em silêncio. — Qual foi, Naval! — Um fogueteiro chamou no rádio. — A

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