XXXV. O Movimento das Peças

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— Espinho, acorda! — Naval chamou, algumas vezes. Ele estava num sono pesado, nem sequer sonhou — apesar de ter demorado um pouco para dormir. O mulato ainda acordou assustado, sentando-se rapidamente. — Falei que chamaria. Muito bom ter dormido — riu, mostrando a pistola em mãos. — Já são três horas. Darinha saiu com a escolta do Piloto, foi ver umas casas na Cohab. Os moleques já ajudaram a tia a distribuir as coisas ‘pro povo. Yuri esfregou os olhos, apenas assentindo com a cabeça. — Deixei muito esquematizado. Caixa de som no lugar e testada, já tem até bundä! A casinha do baile ‘tá carregada. O amigo vai chegar enquanto ‘cê ‘tá por lá ‘pra acertar contigo e Filho deve vir à noite, talvez a gente negocie lança… tranquilo? — De boa — bocejou. — Vou tomar um banho e assumir. Tem ma

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