XXI. Entre o Corte da Espada...

2153 Words

As paredes da casa de endolação abafavam o som do baile. — Deixa eu adivinhar. — Yuri riu, procurando os copos plásticos coloridos. — Não costuma curtir baile… A casa estava vazia. Alguns garotos guardavam a porta, mas ninguém ficava do lado de dentro. Sempre que cuidava da segurança, a ordem era: só fica gente em construção, se for à janela do segundo andar, com AR ou AK. — Eu estudava muito. Poucas vezes fui ‘pra algum baile. Dara bebia um copo d’água gelada, um dos clássicos copos de vidro com duzentos mililitros, azul, com um relevo de flores. — Era realmente boa moça? — brincou, achando o que procurava e abrindo a embalagem para entregá-la um. — Sou boa moça. Pareço diferente!? — Ela riu. — Nunca — mordiscou o lábio, fitando seus olhos. — Ainda fala com o povo do Chapa? — mudo

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