Capítulo 19

1008 Words
Eliza Martins Park tayung parecia realmente estar tentando após aquela conversa que tivemos e estava muito feliz por isso ter finalmente acontecido, após as tarefas de casa que fizemos juntos, o mesmo me chamou para dar uma volta o que para mim era uma novidade pois esse acontecimento nunca tinha acontecido mas não tinha como reclamar pelo contrário estava feliz por poder sair após todos esses anos que me manteve trancada aqui nesse apartamento. A rua estava muito movimentada, crianças gritando, correndo, brincando por aí, gente conversando, rindo ou até brigando. Era bom ver toda essa movimentação novamente, sentia saudade de ouvir vozes, gente buzinando, pássaros cantando. Coisas básicas mas para mim que acabou se tornando muito mais importante que antes, dando valor a cada momento que eu tenho que era algo que antigamente não valorizava. Park tayung pediu para que eu esperasse na esquina e assim o fiz, ele ficou um tempão conversando com o Fábio e assim veio correndo atrás de mim e finalmente saímos passeando por aí onde quando estávamos parando em uma sorveteria. — Você não quer? - Primeira vez que você me chama para tomar algo com você… — Eu disse que iria tentar , né? Adentramos na sorveteria, indo diretamente até a fila onde tinha fileiras de sorvete, ficando impressionada ao ver quantas escolhas tinha, não que não sabia mas havia esquecido como era a vida lá fora e estava apreciando muito e muito mais, me virei para o Park tayung meio hesitante com medo que ele recusasse e acabamos voltando para casa mas havia uma pergunta que não estava querendo sair da minha cabeça. - Posso pegar até quanto sorvete? — Até onde você aguentar, só não me bota a falência com sorvete por favor. No início achei que estava falando sério mas logo ele fez uma careta me fazendo entender que era uma piada que não consegui deixar escapar uma risada fazendo o mesmo se juntar a mim, esse momento era tão bom que nem parecia daqueles contos de fadas e estava com muito medo de acordar e ver que na verdade nada havia mudado e aparentemente o meu marido havia percebido minha mudança de humor , sentindo minha preocupação tomando forma. — Olha eu sei que provavelmente tem medo que isso seja apenas um sonho mas eu lhe garanto que não é… Suas palavras me tocaram de certa forma, me deixando segura por um breve momento, mas será que eu poderia mesmo acreditar em suas palavras ou era apenas uma brincadeira de m*l gosto? Ainda era muito cedo para saber se era ou não uma verdade ou uma farsa mas só observando e com o tempo que eu saberia dizer, não podendo deixar a ansiedade tomar conta de mim mais uma vez. Os meses se passaram e Park tayung continuava o mesmo, demonstrando que estava mesmo tentando mudar em nenhum momento deixou a questionar alguma coisa duvidosa, sempre me ajudando quando pedia, se oferecia a ajudar quando estava com tempo livre e até tínhamos voltado a dormir no mesmo quarto após anos dormindo em quarto separado. Por onde que ele ia me levava junto, achava isso da parte do meu marido muito fofo pois sabia que era um esforço gigantesco para ele mas mesmo assim Park tayung não reclamava, resmungava ou me re-baixava o que isso era um progresso e tanto, parecendo que éramos um casal apaixonado que tinha como me enganar eu mesma às vezes mas mesmo assim sabia que não podia me entregar de bandeja tendo que ficar atenta a qualquer recaída que Park tayung pudesse ter. Meses se passaram e um dia fui pega de surpresa com o Park tayung vindo falar comigo, anunciando que coisas iriam mudar nessa casa logo me assustando achando que mais regras iriam surgir e que estaria regredindo mas me surpreendeu assim que me avisou que ligou para meu antigo trabalho e havia conseguido que eu retornasse a trabalhar assim como ele que voltaria das suas férias que estava tendo amanhã. Toda animada estava de volta ao trabalho e estava toda animada ainda tentando entender qual motivo levou o Park tayung me deixar novamente trabalhar me lembrando muito bem do dia em que pediu que eu me encarregar só das tarefas domésticas mais uma vez não tinha nada com quem reclamar. Meu time que chamava meus colegas de trabalho me recebeu de volta com uma festa, tinha bolo, salgadinhos, refrigerante e tudo me deixando toda emocionada fazendo com que eu chorasse de alegria. Era como se eu não tivesse ido embora nunca, feliz por estar finalmente de volta onde eu nunca deveria ter saído, o dia passou rapidamente com muitas coisas para se fazer, tendo documentações atrasado pois enquanto havia saído não tinha achado um substituto para tomar meu lugar então havia documentos desde que deixei a empresa, corria de lá para cá novamente feito uma doida mas estava toda animada e feliz por voltar a trabalhar. Mais tarde minha chefe desceu até a gente pois ainda não teve tempo de me receber de volta segurando uns documentos em mão que pediu para mim revisar , vendo na televisão que havia uma previsão de chuva forte então liberou a gente mais cedo para voltar para casa a fim de não pegar o risco com a chuva, peguei minhas coisas , desliguei o computador que estava em minha frente, certificando que tudo estava em dia e assim após bater o ponto fui para casa onde encontrei a casa arrumada, perfumada e o Park tayung na cozinha preparando o jantar que estava cheirando muito bem inclusive, me deixando curiosa em saber o que seria a nossa janta, tentando dar uma espiadas mas o meu marido se virava enquanto eu tentava me aproximar sem deixar que eu chegasse perto que se virou em minha direção quando percebeu minha chegada com um sorriso em seu rosto onde fechei a porta logo atrás de mim. — Chegou bem na hora, você pode subir para tomar um banho se quiser, depois desça que o jantar está pronto.
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