Capítulo 12

1012 Words
Park tayung Depois daquela vez que sai da casa da Ema não tive notícias dela, provavelmente estava chateada comigo pelo ato que fiz mas se o que eu imaginasse fosse verdade o melhor era se afastar dela o quanto antes. Esses dias que estava na casa do Fábio as coisas eram muito agradável, conversamos sobre diversos assuntos sendo tanto de trabalho quanto pessoal sem conseguir me imaginar que um dia iria achar alguém que me compreendesse de verdade. Os dias se passaram mas mesmo não estando em casa eu sabia tudo que se passava lá com a minha esposa, como por exemplo que ela ia se encontrar as vezes com o Juliano novamente, do celular novo como conseguiu de certa forma voltar a dialogar com a sua irmãzinha Samantha e em pouco instante lhe tirei tudo, deixando-a mais uma vez trancada nessa casa por não ter sido obediente como eu havia pedido para ela ser, era muito desgastante mas muito estar casado com uma pessoa como Eliza e não via a hora desse contrato chegar finalmente ao seu fim. Estávamos quase almoçando quando meu celular começou a tocar, olho na tela para ver quem era, indicando ser a Ema, ergo a sobrancelha, atendendo no mesmo instante, me surpreendendo pelo motivo da sua ligação. Ema estava arrependida, admitiu deixar seus sentimentos falar mais alto e assim estragando aquele momento que estávamos tendo, pediu que eu voltasse para ela e não deixaria que os sentimentos interferisse mais pois estava gostando da nossa “relação”, na hora eu estava sem resposta pelo fato de ter me pegado completamente de surpresa, pensei rápido e aceitei porém deixando bem claro que essa seria a última chance, caso errasse novamente não teria mais volta, marquei com ela um jantar onde iria chamar a minha esposa. No início Ema estranhou mas assim que lhe expliquei mais ou menos qual era meu “plano” ela aceitou estando toda alegre, já perguntando sobre aquela nossa viagem porém preferi mentir para ela dizendo que foi cancelado onde ficou um pouco decepcionada mas não falou mais nada e assim que desliguei a chamada Fábio me chama para almoçar, guardo novamente o celular em meu bolso e assim me dirijo até a mesa sentando em um dos assentos esperando pela comida ser servido. Carne moída, batata doce, salada de tomate com um suco de maracujá, a comida além de estar super bem apresentada estava deliciosa, conversamos um tanto na mesa enquanto comemos a refeição e assim que terminamos, cada um lavou a sua louça e assim pegamos as nossas bagagens, saindo do apartamento, indo em direção até o aeroporto para nossa viagem. — Valeu cara por ter me convidado! — Fala o Fábio - Obrigada por ter aceitado! Quando estávamos na fila para o balcão mais uma vez meu celular toca indicando ser a Eliza, deslizo no botão vermelho recusando enviando uma mensagem de texto para ela “estou entrando em uma reunião neste momento, não posso atender”, guardando o celular mais uma vez em meu bolso, chegando finalmente a nossa vez e sendo atendido pela moça do balcão. Fizemos todos os procedimentos e assim que tudo estava em ordem passamos pela catraca para chegar na sala de espera, aguardando o nosso voo ser anunciado, mantendo as malas próximo da gente enquanto ficava atento no painel onde anunciaria caso ocorresse qualquer mudança ou até cancelamento. — Conseguiu tomar decisão sobre sua indecisão sobre as duas mulheres? - Decidi ficar com as duas, modo de se dizer… Uma fica trancada em casa cuidando apenas das tarefas domésticas já a outra eu fico sem ter compromisso nenhum e nem dor de cabeça… — Digo — Boa! Uma ótima solução e assim ela possa também nos adiar os trabalhos para merecermos ter férias como essa… - essa é a ideia… Fábio me entendia muito bem, conversar com ele não era cansativo e desgastante mas sim muito agradável, tão boa que m*l percebemos a moça anunciar no microfone o nosso voo e só perdemos quando anúncio “última chamada para…” , Fábio e eu se entreolharmos, indo diretamente até a porta de embarque certificando que não tínhamos esquecido nada e assim adentramos no avião em busca do nosso assento que assim que achamos, ajeitamos as malas para sentar em nossos lugares. Minutos depois o aviso finalmente decola e logo vem com o jantar, comemos a refeição enquanto conversamos um pouco mais o Fábio até que deu a hora de dormimos. (...) Fui acordado pela aeromoça que estava segurando a bandeja do café da manhã, olho para a janela e vejo que já estava de manhã, agradeço-a e assim faço o mesmo com Fábio que logo desperta também do seu sono, passa a bandeja do café da manhã para ele e comemos em silêncio ainda tentando despertar daquele sono tão profundo que estávamos agora a pouco. Estávamos quase chegando em Brasília e é lá que iremos passar as férias, um lugar longe de todo mundo que conheço, da minha esposa, da Ema onde eu poderia relaxar e paquerar, quem sabe achar alguém mais divertido que Ela pois na verdade não estava muito afim de dar uma segunda chance a ela e estava doido para poder descartá-la. Fábio queria sair por aí visitar já eu queria chegar no hotel para poder relaxar, passei o endereço do nosso hotel para o Fábio e então cada um tomou seu rumo. Sem perder tempo chamei um táxi e assim fui até o hotel, assim que cheguei fiz meu login e quando tudo estava em ordem, subi até meu quarto onde larguei a mala num canto, fechando a porta atrás de mim, me jogando direto para cama, estando morto de sono. Fico deitado um momento até ouvir uma batida na minha porta, resmungo só na ideia de ter que levantar mas ouço do outro lado dela o Fábio avisar que tinha voltado, dou um grito “tá ok!!!” e assim fico um pouco mais deitado, esticando-me na cama toda. - Ahhhh, fériaaaaas, como isso é muito bom!
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