Capítulo 13

1024 Words
Eliza Martins Acordei cedo de manhã, o sol ainda não tinha aparecido então decidi ficar deitada mais um pouco, após levantar tomei um café da manhã caprichado, indo de janelas a janelas para abri-las assim que o sol apareceu. As janelas todas estavam aberto, um calor que chegava a passar m*l, estava me sentindo estranha desde que acordei mas não sabia o que era exatamente, tentei ligar para o meu marido mas o mesmo negou a ligação com uma mensagem dizendo que estava entrando em reunião o que de fato eu não estava acreditando nem um pouco mas assim eu podia ficar em casa tranquilamente sem ninguém me encher. Hoje o dia foi bem movimentado, gente ligando no telefone fixo de casa, tocando a campainha, a casa estava suja então troquei de roupa ignorando que estava me sentindo m*l, começando a faxina pela cozinha, lavei, sequei, guardei toda a louça, passei pano no chão, limpei todos os móveis de vidros e madeiras, arrumei os quartos, fiz as camas, varei, limpei e assim fiz o mesmo no banheiro, passando um cheirinho nos móveis e na casa toda é assim que terminei deitei um pouquinho em meu quarto onde acabei tirando um pequeno cochilo. Ao acordar recolhi todas as roupas do varal, guardando-as em seus devidos lugares, a casa estava limpa, cheirosa então me dirigi até o banheiro para tomar um bom banho após tanto esforço, estava me sentindo um pouco tonta e fraca mas mais uma vez ignorei. Quando estava saindo do banho, enrolada em uma toalha ouço alguém tocar a campainha o que estranhei pois não estava aguardando ninguém, fui até lá mas só chegar me lembrei que não tinha como abrir então ficando em uma certa distância, perguntei quem estava do outro lado e uma voz masculina que desconhecia me respondeu. — Seu marido me deve, manda ele pagar ou irei matar você! - Olha do jeito que ele é comigo se você me matar você fará um grande favor para nós dois… — Digo para o homem desconhecido Um silêncio se fez presente do outro lado por segundos, podia ouvir a respiração do indivíduo ainda o que indicava que continuava ali, talvez estava tentando achar um jeito de me ameaçar achando que o Park tayung iria reagir ou se preocupar comigo mas isso era uma coisa que jamais aconteceriam então fui até uma mesa, peguei um pedaço de papel com uma caneta e escrevi o número do meu esposo pois não queria me envolver em seus conflitos, passando o pedaço de papel do outro lado da porta. - se quiser falar com ele basta ligar nesse número! —Certo… Pude ouvir sua voz hesitante , como se fosse alguma armadilha minha , pensei em pedir para ele arrombar a porta mas aí as coisas poderiam ficar muito feio para mim como o cancelamento do contrato o que não poderia me arriscar , o homem pegar o pedaço de papel e assim se retirar do local, não sabia com quem estava falando só sei que naquele momento uma coragem que nem eu sei de onde surgiu apareceu e assim que o mesmo se foi minhas pernas começaram a ficarem bambas e o medo começou a tomar conta de mim, fazendo-me perguntar se havia feito a coisa certa ou não em passar o número do meu marido para esse indivíduo. - problema não é meu se ele deve eles que se resolva! Falo para mim em voz alta, mesmo que algo em mim sentia-se culpada por ter feito algo como isso e talvez só um pouquinho se arrependesse, mas isso era tarde pois o que tinha sido feito não podia retornar atrás, olhando em minha volta procurando o que fazer, tendo uma ideia do que podia me ocupar. Indo de peça em peça comecei a consertar tudo que estava quebrado que eu sabia consertar, portas, armários, box de chuveiro, tampa de banheiro, limpando a poeira que acaba fazendo no concerto das coisas, adiantei minhas refeições preparando comida para dois dias para mais que assim não precisaria me preocupar com cozinhar e sim apenas lavar e secar louça ao finalizar mais uma vez estava toda suada e isso me levou a tomar um segundo banho no final do dia mas aí uma tontura forte me pegou, fazendo com que eu acabasse caindo no chão, desmaiada. (...) Quando despertei do desmaio continuava onde estava, tentei me levantar mas senti duas dores em dois lugares diferentes, uma era na cabeça onde passei a mão, sentindo sangue seco, vendo que estava machucada já a outra era meu tornozelo que acabei torcendo provavelmente na queda enquanto ainda estava vendo tudo meio embaçado, minha cabeça estava pegando fogo então estando no banheiro, tentei levantar para procurar o termômetro e confirmei que estava com febre. Pensei em ligar o Park tayung mas a probabilidade dele desligar na minha cara mais uma vez era grande então com muita dificuldade comecei a me arrastar no chão indo até a cama onde tive que parar para respirar um pouco e recuperar um pouco de força para continuar caminho até lá. Assim que cheguei no quarto veio um segundo desafio, subir e alcançar a cama que não sei como consegui mas aqui estava eu agora deitada na cama, cansada pelo esforço que havia tomado para chegar aqui onde acabei adormecendo, mas logo acordei com um barulho de chuva que estava tendo agora porém que não estava em condições para levantar da cama para fechar as janelas abertas. Olho em direção a janela e vejo que estava molhando cada vez mais, sabendo que deveria descansar, mesmo assim tentei várias e várias vezes mas infelizmente estava muito fraca, m*l conseguindo me manter sentada na cama. Preocupada em que algum dos eletrônicos ou móveis estragasse pela chuva, tentando desesperadamente ligar para o Park tayung que como me esperasse negasse todas as tentativas de chamadas e para piorar tudo meu celular indicava tendo cinco por cento de bateria e o meu carregador estava guardado no guarda-roupa que ficava logo em frente da cama portanto não conseguia alcançá-la da cama onde estava deitada. - Droga o que eu faço agora?
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