Park Tayung
Os meses se passaram e Eliza não me criava mais problema, tendo bastante tempo de sobras para poder encontrar minha doce Ema, cada encontro com ela valia a pena tendo o prazer e satisfação que eu precisava ter, porém algo em minha esposa me incomodava mas ainda não sabia exatamente o que era, deixando para me preocupar depois.
O nosso casamento foi um sucesso, decoração , comidas, bebidas, convidados e entre outras, como a minha esposa havia feito um excelente trabalho e de fato eu estava bastante impressionado com o resultado, os dias se passaram até rapidamente, no início Eliza sempre ficava na dela, mais eu sabia que ela tinha se apaixonado por um homem enquanto era jovem, e ela nem pense em mim fazer papel de b***a. Tudo estava tranquilo até o dia que ela me apresentou um tal de um amigo dela que eu fiquei curioso , pois eu via que lá no fundo os olhares que ela dava para ele não era de amigo.
Até que eu vi um dia a Eliza conversar com um homem que desconhecia, porém o fato de como ele estava tratando ela me deixava um tanto desconfortável mas uma vez não falei nada, esperando Eliza tomar iniciativa e me apresentar para esse rapaz.
Dias se passaram, trabalhos se acumularam cada vez mais e ainda nada da minha esposa comentar sobre aquele Infeliz, estava me sentindo agoniado e sufocado, então chegou um momento que perguntei para ela quem era mais, sempre que tocava nesse assunto Eliza achava um jeito de desviar do assunto o que me irritava ainda mais.
Após esse dia o assunto foi meio esquecido, os dias, as semanas foram passando rapidamente que nem percebi quando o mês passou e quase havia esquecido desse detalhe, mais o pior aconteceu, o que eu temia aconteceu eu vi a Eliza beijar aquele mesmo rapaz e sem precisar mais de resposta fui até ela pegando-a pelo braço e separando os dois .
— Mais que pouca vergonha é essa Eliza!!— Falo com raiva e sem pensar duas vezes dói um murro na cara desse i****a fazendo ele cair no chão
— Para Tayung , você vai matar ele .— Ela fala tentando me fazer sair de cima desse i****a e quando eu estava satisfeito sair de cima dele e deixei aquele embuste no chão com o rosto manchado de sangue dos meus socos.
— Eh nunca pensei que você ia fazer isso Eliza.
— Me desculpa
_ Isso vai mudar alguma coisa? Você sabia muito bem que eu não aceito traição, eu te avisei o que aconteceria caso isso acontecesse não foi?— Ela não me fala nada, então pego ela pelo o braço e levo até o carro, onde coloco ela dentro e dirijo para casa, chegando lá desço do veículo e levo Eliza que se debatia nas minhas mãos, entramos dentro de casa e eu subo para o andar dos quartos onde tranquei Eliza em seu quarto com chave, ouvindo os gritos dela pedindo para abrir simplesmente peguei a chave de casa e sai para dar uma volta.
Minha cabeça estava a mil não sabia o que pensar mas aquilo de certa forma havia mexido comigo e não sabia o motivo exato, sendo nesse dia que decidi que o melhor seria que a Eliza Martins deixasse de trabalhar e começasse a cuidar só das coisas de casa, pois assim ela não me fazia de o****o. Agora faltava achar um jeito de falar isso para ela pois sabendo da sua reação ela era uma pessoa com caráter muito forte e não seria fácil persuadir a minha esposa mas sabia que precisava e ela teria que seguir as minhas ordens, eu quem mandava em tudo , ela apenas estava ali para mim.
Estava caminhando na rua observando em minha volta, vendo crianças correndo de lá para cá no parque, gente comendo outras tomando café ou até passeando sem vontade nenhuma de voltar para casa e fazer uma besteira peguei meu celular discando o número de um amigo meu para ver se podia passar a noite lá para que assim que voltasse para minha casa pudesse estar de cabeça mas fria para conversar com a minha querida esposa. Assim que meu amigo atendeu a ligação eu falei pra ele um pouco do que tinha acontecido e dizendo não ter problemas de dormir lá então caminhei umas quadras e logo cheguei até a casa dele onde assim que abriu a porta ele disse com um sorriso no rosto.
— Tome cuidado ao entrar aqui, pra não quebrar a porta com suas pontas
— Você quer que eu quebre a sua cara também?
— É brincadeira amigo.— Ele fala ainda sorrindo e fomos até a adega onde ele pegou uma garrafa de vodka e começamos a beber até a madrugada, onde acabamos dormindo no sofá mesmo.
(...)
De manhã assim que acordei tomei uma ducha, vesti a mesma roupa de ontem, indo até a cozinha onde encontrei a mesa posta com meu café da manhã na mesa com um bilhete ao lado escrito pelo meu amigo dizendo para eu me sentir a vontade que teve que sair resolver um assunto, tomei meu café da manhã e assim saí de lá, trancando a porta atrás de mim e guardando a chave dele no lugar de sempre, parei em um mercado para comprar umas coisas para Eliza.
Ao chegar em casa chamei Eliza mas não tive nenhuma resposta, então fui até onde tranquei ela, vendo que estava dormindo tranquilamente, saio do quarto deixando-a destrancada, pousando o café da manhã que comprei para ela sobre a mesa, minutos depois Eliza acordou, vindo até a cozinha de cara emburrada, apontei com a cabeça que era para ela e assim que sentou, sentei em sua frente olhando para a mesma de forma séria.
O ambiente estava tenso, provavelmente estava brava por tê-la trancado mas não estava nem aí pra isso, quando iria perguntar a respeito do seu amigo, Ela tomou palavra antes mesmo que pudesse me pronunciar, aparentemente o nome do rapaz era Juliano e ambos estavam ficando o que obviamente ao descobrir isso não fiquei nada contente e iria usar isso ao meu favor, pois aquela não foi a primeira vez.
Fecho os olhos, conto até três e abro meus olhos novamente vendo a minha esposa se levantando preste para sair da mesa, então chamo-a novamente, esperando por ela se sentar de volta e assim que sentou falei para ela que a partir de hoje não queria mais que ficasse de gracinha com o tal Juliano ou se não eu matava ele, o que ela não levou muito na boa e já ia reclamar então acrescentei que a partir de hoje não será mais permitida a trabalhar, tendo que cuidar da casa e afazeres, caso não aceitasse eu iria cancelar o contrato, isso foi o suficiente para fazê-la se calar, o que agradeci mentalmente .
- Alguma dúvida?
Eliza baixou a cabeça, lágrimas escorrendo pelo seu rosto onde revirei os olhos ao ver essa cena, ela engoliu o choro, voltando ao normal, negando com a cabeça e assim se retirou, voltando para o seu quarto onde fui atrás dela mas a mesma trancou a porta deixo ela lá e volto pra cozinha olhando para a louça que não iria se limpar sozinho então berro em voz alta para a Eliza ouvir.
- Não esqueça de fazer a louça que ela não vai se lavar, secar e guardar sozinha!
Escuto ela dar um resmungo, rio e assim pego minhas coisas, chaves, celular, carteira, saindo de casa após receber uma chamada para uma reunião urgente no escritório, tranco a porta atrás de mim, indo até o estacionamento me dirigindo até meu carro adentrando no mesmo, tomando caminho até o escritório que assim que chego estacionei na minha vaga, subindo até a minha sala vendo umas pessoas me esperando, cumprimento-os passando por eles e entro na sala de reunião, aguardo todos se sentaram fazendo o mesmo.
- Espero ser muito importante essa reunião para você está me incomodando essa hora.