Eliza Martins
Os anos se passaram e finalmente completei meus dezoito anos, minha irmãzinha também já havia crescido e inclusive estava de namoradinho o que era a coisa mais fofa do mundo e estava feliz pela Samantha poder estar vivendo como bem quisesse, já para o meu lado, eu tinha que me arrumar para o casamento com o Park Tayung que me aguardava.
Não estava cem porcento animada com isso mas sabia que era do meu dever de certa forma, não podia negar ou voltar atrás, meu pai havia se posto em uma situação que só o meu casamento poderia resolver e como nosso pai havia recentemente falecido também não poderia aruinar a sua reputação.
Meu dia foi bem movimentado, pois eu tinha que me encarregar do casamento, local, decoração, comidas , bebidas, convite e convidados, sem contas das outras coisas que eu teria que fazer mas que para ser sincera m*l me lembrava o que era, Park Tayung só me ajudava questão finança mas fora disso, era um inútil. Correndo de lá para cá feito uma doida varrida, resolvendo isso e aquilo, atendendo milhares de ligações, não parava em nenhum momento e sentia que brevemente minhas pernas iriam ceder de tanto cansaço. Mais enfim chegou o dia do casamento, Posso dizer que não iria me carma nunca se todos for assim, depois do casamento eu estava quase chorando, pois sabia que minha vida nunca mais seria a mesma, o casamento foi lindo foi do jeito que eu pensei na parte de arrumação, mais do que adianta se não existe amor! Que é por causa de uma droga se contrato. Depois do casamento fomos para aula de mel e eu odiei cada segundo estando com Park, ele não foi carinhoso, ele não se importou com os meus sentimentos, apenas cumpriu o seu papel de homem alfa. Espero que ele nunca mais me procure.
DIAS DEPOIS
Cinco horas da tarde chegou rapidamente, quase todos já havia ido embora mas eu permanecia ali, resolvendo assunto pendente e atrasados, meu celular tocou de repente então parei um minuto para atender, sendo o motorista particular do Park Tayung me ligando que ignorei de primeira, apertando no botão vermelho de desligar em seguida peguei minhas coisas, desligando todas as luzes do local para me dirigir até a saída, passando pelo motorista particular dele que ficou me chamando mas ignorei.
Com tudo acontecendo eu precisava espairecer minha cabeça, nosso pai nos ensinou que dinheiro não era tudo , mas sim respeito, honestidade, confiança que eram as bagagens mais importante porém dava para ver que Park Tayung não pensava do mesmo jeito e me desrespeitava total pois naquela reunião que fomos para assinar o casamento eu fui bem clara com isso e lá vem ele me enviar a droga do motorista particular dele.
Caminhei um pouco na rua até chegar nas escadas que levava até o sub-solo do metrô, desci as mesma e assim que passei pela matraca segui caminho até a linha de metrô que eu tinha que pegar. Pra minha sorte o metrô estava vazio e pude aproveitar um assento para me sentar, ficando atento nas paradas até chegar ao meu.
Desci do metrô me dirigindo agora até a saída, caminhei tranquilamente na rua até parar em um restaurante que estava a duas quadras da casa do Park Tayung sendo lá que estava morando, chamei um garçom, logo fazendo meu pedido, batata frita com X-burguer e um copo de Coca-Cola, lembranças começaram a surgir na minha mente, trazendo uma nostalgia muito boa, lembrando que quando Samantha e eu era pequena nosso pai nos traziam nesse restaurante por coincidência pedindo exatamente a mesma coisa que eu havia pedido para cada uma de nos.
Uma lágrima escorregou sobre meu rosto sentindo uma saudade tão grande daquele momento que sabia que não iria voltar mas o que podia fazer, né. Logo meu pedido chegou onde já chamei o garçom para pedir a conta, paguei adiantadamente e assim jantei com calma, aproveitando esse momento.
Assim que terminei de comer minha refeição sai do restaurante continuando meu caminho até em casa onde achei a casa do Park tayung vazia, provavelmente ele ainda estaria em seu escritório, resolvendo alguns assuntos importantes então aproveitei para ir para a cozinha preparar o jantar para ele, em seguida lavei toda louça e me sentei no sofá para assistir alguma coisa, mas caindo de sono estando quase cochilando mas como uma boa esposa decidi tentar aguardar a vinda do meu marido.
(...)
Mais tarde Park Tayung chegou em casa, m*l me comprimentou, passando reto indo até a cozinha comer a comida que havia preparado para ele sem nem sequer agradecer ou trocar uma palavra comigo tendo a única coisa que saiu da sua boca foi mandar eu dormir, uma raiva tomou conta de mim pois além de ter um caráter r**m ainda era mandão e eu não era uma boneca de pano ou um robô para obedecer, então me fingi de surda, levantei novamente e sair de casa, já era um pouco tarde mais mesmo assim eu sair pelas ruas que estavam desertas, mas o vento era agradável, fui caminhando até a praia que não ficava muito longe de onde morávamos, chegando la tiro meus chinelos, sentindo a areia sobre meus pés e sem me importar estar vestida ou não, deixei minha bolsa que nem celular tinha deixado lá em casa junto com quase tudo, tendo apenas identidade e as chaves, deixei a bolsa em um lugar visível, correndo até o mar onde adentrei sem pensar duas vezes.
A água estava quente e muito agradável, sem contar da brisa que estava tendo, as estrelas brilhavam fortemente e onde dava de ver a lua direitinho, molhei meus cabelos mergulhando no mar, aproveitando esse momento mas logo vi uma silhueta de alguém, me deixando um tanto preocupada mas que me era familiar mas não estava reconhecendo quem poderia ser, quando essa pessoa se aproximou de mim, pude jurar que era o Park Tayung portanto havia algo que me encomodava mas não sabia o que era e num instante de segundos acabei desmaiando, sem ter certeza de nada.
Mais tarde eu despertei em casa, Park Tayung estava ali, sentado ao meu lado de braços cruzados, sabendo que provavelmente ao acordar eu teria direito a um sermão dele, mas a verdade era que eu não ligava a mínima com perguntas rodando em minha cabeça como por exemplo, a pessoa que me salvou era o Park tayung ou era apenas fruta da minha imaginação? Não sabia a resposta mas tudo que sabia no momento era que estava caindo de sono, levantei do sofá que estava deitada, tomei banho rápido e assim fui até meu quarto me ajeitando na cama , acabando adormecendo, assim que encostei a cabeça no travesseiro.