Capítulo 16

1060 Words
Tayhiung Estava encurralado de problemas, minha mãe estava passando por necessidade estando doente, gente devendo para pedir dinheiro emprestado para conseguir pagar o tratamento da mãe e mesmo estando trabalhando feito um doido noite e dia e dia e noite o dinheiro nunca fechava o mês. Às vezes não tínhamos o que comer o que eu estava acostumado, porém estava preocupado com a saúde da minha mãe tendo que mentir de vez em quando ter comida para os dois sendo que nem sempre tinha só para ela comer sem sentir pena ou remorso de mim. Fazia de tudo e um pouco, correndo de lá para cá feito um doido, era um milagre quando o mês fechava com mais de cem e cinquenta reais onde podia comprar pelo menos o básico do básico, feijão, arroz, farofa quanto ao que sobrava era para eu pagar a dívidas ou para comprar remédio para mãe, agora ter dinheiro para sair, se divertir ou até passear nunca tivemos ou seja não pude conhecer ou provar ainda dessa experiência. Estava em casa aproveitando a minha folga e a companhia da minha mãe quando escuto meu celular vibrar, estranhando ao ver um número desconhecido que atendo mesmo assim me deparando com uma voz de uma mulher do outro lado da linha que aparentava estar nervosa, no meio de soluço estando chorando. — Meu nome é Ema, sou… não importa… Park tayung levou um tiro ao sair do restaurante em qual estávamos, ele está perdendo muito sangue, eu, eu…. — Certo, você já ligou para ambulância? — Já… inclusive estou no hospital e aguardando a resposta… — certo estou indo pra ir. Minha cabeça estava a mil, estando tentando entender como o Park tayung havia levado um tiro, do outro lado da linha eu pude ouvir o médico anunciando que meu irmão gêmeo não havia aguentado então pediu para conversar com um familiar e sem nem perceber estava agora falando na ligação com o médico, onde pedi para ele que ocultasse a verdade da morte do Park tayung pois mesmo não sabendo exatamente o que era, sabia que havia coisa em jogo. Os dias foram se passando e descobri que Park tayung havia morrido por ter sido confundido comigo, como prometido os caras que eu devia muito dinheiro tinha comprido sua palavras e me “mataram”, advogados me ligando passando a herança do Park tayung para mim onde recebi uma boa quantia de dinheiro, tendo agora de sobras e como não gostava de ficar devendo a ninguém liguei para os meus matadores que estranharam a minha ligação pois achavam que eu estava morto, pedindo que me passasse o total para pagar que assim liquidei a dividas com eles, paguei o tratamento completo da minha mãe junto com todos os remédios que ela precisava, guardando quase tudo na poupança e alguns a vista comigo. Minha vida mudou de um dia para o outro mas as surpresas não acabavam aí, descobri que Park tayung tinha uma esposa, algum casamento por contrato que soube ontem de noite onde recebi o contrato e li o mesmo com todo cuidado, decidindo tomar lugar do meu irmão gêmeo onde fui até o quarto pegar minha mala e empacotando minhas roupas. Assim que terminei de fazer minha mala descobri que a saúde da minha mãe estava piorando apesar do tratamento, precisando interna-la o quanto antes sobre ordem médico então fomos até o hospital assinei a entrada da mãe já pagando para o mês todo que assim que tudo estava bem, minha mãe trocou de roupa, se instalando em seu novo “quarto”, pousando um beijo sobre a testa da mesma peguei minha mala que havia deixado de lado na recepção do hospital e assim me direcionei até o estacionamento pegar o carro , indo para a casa da minha suposta esposa. Assim que cheguei lá havia uma moça fazendo as tarefas de casa que estava inclusive cheirosa demais, adentrei e logo estranhei ao ver que não tinha me cumprimentado mas também deixei como estava, talvez ela acordou de m*l humor, sei lá. Fecho a porta de casa atrás de mim fazendo-a olhar em minha direção onde pude perceber que estava forçando um sorriso, me deixando de certa forma confuso. — Seu quarto já está pronto, deixa sua mala sobre a cama que assim que terminar de lavar a louça após o almoço eu desarrumo ela para você, mais dez minutos e o almoço estará servido, desculpa a demora… - Obrigado pelo quarto, pode deixar que eu mesmo desfaço a mala, eu vou subir e em dez minutos eu desço para a agente almoçar… Eliza Martins virou-se para mim me olhando torto de cima para baixo, estranhando alguma coisa que eu não fazia ideia do que era, afinal eu só me passava pelo meu irmão gêmeo e não fazia menor ideia de como ele geralmente tratava a mesma que de repente fechou a cara para mim, demostrando estar brava comigo. — Ainda não esqueci o jeito que me deixou na calçada da rua quando estava doente e fraca tá e soube que ameaçou o Juliano de morte se não sumisse da minha vida, então não me venha de frescura e mimimi como se estivesse arrependido que eu não acredito em você.— ela fala seria Meus olhos ficaram grande do tamanho de olhos de corujas ao ouvir os absurdos que meu irmão gêmeo estava tratando ela, certo ele era controlador, possessivo e ciumento mas para tratar uma jovem como essa , sua própria esposa daquela forma era inadmissível isso e eu entendia muito da raiva que ela tinha pelo Park tayung porém não podia falar absolutamente nada para ela pois caso descobrisse que eu não era quem Eliza achava que eu era as coisas poderiam ficar complicados. descobri o nome dela depois que pesquisei um pouco sobre meu irmão. Então fiquei quieto depois daquele dia mas sempre que eu pudesse tentava ajuda-la, contribuindo na casa como por exemplo se sujava algum prato após comer ou beber alguma coisa invés de deixar na pia eu mesmo lavava, secava e guardava como quando acordava logo fazia a minha cama sem esperar pela minha “esposa” fazer para mim e assim começou para mim, um novo recomeço onde estava disposto a reparar todas as besteiras que Park tayung havia feito com a Eliza Martins.
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