Alexandro Narrando Terminei de comer e me encostei na cadeira, olhando a cena na minha frente. Luiza mais soltinha, conversando com a mãe, e a Franciele de canto de olho em mim, como se tentasse entender o que tava passando na minha cabeça. Mas a real era que nem eu sabia direito. Nunca fui de me prender a ninguém, nunca dei espaço pra mina nenhuma fazer morada na minha vida. Mas a Fran… mano, essa mulher tava me pegando de um jeito que eu nem queria admitir. Bati de leve na mesa e me levantei. — Vou descer, gata. Tem uns corres pra resolver. Ela me olhou séria. — Se cuida. Sorri de canto e passei a mão no cabelo dela antes de sair. — Sempre. Peguei a moto e desci o morro direto pra boca. O dia tava começando e já tinha movimento. Os menor tudo na função, dinheiro girando, o bag

