Alexandro Narrando Eu ri sozinho enquanto olhava a mensagem no celular. Ela, a mulher mascarada da boate, tinha finalmente decidido falar comigo. A gatinha tava me chamando pra conversar. Eu sabia que não ia demorar muito pra ela ceder, a gente sempre se esbarra no lugar certo no momento certo. Levantei do banco onde tava sentado, resolvendo uns negócios, e mandei o pessoal dar um tempo enquanto eu ia tratar do que realmente importava. A adrenalina subiu, era uma sensação boa de saber que ela tava finalmente na minha linha. Deixei os moleques com as ordens, e já tava me preparando pra pegar a visão do que ia rolar. Não ia ser qualquer papo, eu já sabia disso. Era o jogo que ela tava se metendo e, no final, eu ia ser o único vencedor. Coloquei a chave no carro, mandei uma última olhada n

