Capítulo 30. Mais Perto

1000 Words
Bijou, South Lake Tahoe, CA — Isso é horrível! — Foi só o que consegui falar enquanto cuidando das feridas dele. — Que filhos da putä! — Trinquei os dentes, realmente revoltada. — Faz parte... — Levi mantinha a cabeça baixa. A banheira estava vazia e eu estava às suas costas cuidando das feridas. As queimaduras de segundo grau eram óbvia consequência de um cano quente. A farda de Levi já estava lavando, já que a parte de cima se encarregou de estourar as bolhas formadas. Apesar de tensionar, Levi não emitiu nenhum ruído enquanto eu limpava e cuidava das feridas. — Entreguei parte dos rostos ao meu contato. Ele ajudou com algumas informações — falou Levi. — Ainda não levantei nada sobre a tal Katerine. Terminando, levantei para ajudá-lo a ficar de pé. Ele agradeceu com um sorriso bem calmo e eu segui: — É bom mesmo... Seria ruïm ter quaisquer agentes investindo nela nesse momento. É muito cedo... — Concordo! — assentiu. — Há uma grande chance de termos uma tentativa de infiltração na Velvet. — Hmm. Problema! — Levantei uma sobrancelha. — Recomendei não fazer, mas o major foi na via contrária — riu, meneando a cabeça. — Isso foi óbvio... — Tem interesses, eu presumo... — Olhei-lhe. — Sim, sei dos rostos. Não sei a tática aplicada, mas pode colaborar para resgatarmos a garota. Só vai exigir uma vigilância, que já sei como fazer — sugeriu. — Uau! — Acabei rindo. — Jura!? — Não acha uma boa ideia? — Preocupou-se. — É uma ideia interessante que eu jamais esperaria receber de ti... tão bonzinho, jamais esperaria que sacrificasse um colega de grupamento — ri. — É nosso dever! — Ele deu de ombros. — A única aposentadoria de um soldado vem com a morte, ruiva... — Nossa! — critiquei, revirando os olhos e saindo do banheiro. — Eles realmente mexem com a cabeça dos recrutas... pior do que o Brasil! — Franzi o cenho. Levi apenas riu. — Posso ajudar com o que vestir, loiro — falei, acompanhando-o ao quarto. — Recomendo apenas bermuda... você está sempre cheio de calor. — A ferida precisa não estar coberta a todo momento... sei como funciona! — Ele assentiu. Não havia nada de muito interessante no quarto. Ele tinha o guarda-roupa numa das paredes, a cama ficava no centro e uma cômoda estava na cabeceira. A mesa de cabeceira tinha um abajur, uma agenda pequena, caneta, um jarro vazio e um copo. Sentei em sua cama para observá-lo pegar a roupa. Ao se virar, ele ficou nitidamente acanhado — o olhar me perguntava se eu realmente ficaria. — Vou ajudar. Falei, lembra!? — ri. — E-eu posso... me vestir. — Medo de eu te tarar? — gargalhei, levantando. — Prudência. — Ele abaixou a cabeça, rindo. Eu me aproximei e estendi a mão. — Não seja teimoso... Já vi esse paü lindo, já até chupei... não tem porque ter vergonha! — sorri de canto de boca e o loiro pareceu que explodiria de timidez. Ele me entregou a bermuda e se apoiou no armário. Não era meu objetivo provocar, mas bastou abaixar em sua frente para ele ter uma ereção. Os finos pelos da perna arrepiaram e eu acabei sorrindo, olhei para o alto e ele não estava me olhando. — Que isso, hein! — brinquei. — Ruiva... — Ele respirou fundo. — Não faz isso. — Olha para mim. Tornando a arfar, ele olhou. O membrö chegou a pulsar, convidando e obviamente o engoli. O trabalho da bermuda podia facilmente ficar para depois. — Caralho... — Foi só o que ele sibilou para enlaçar os dedos das mãos em meu cabelo. Era gostoso ouvi-lo arfar e gemer... chupei bastante, mas depois me levantei. Ele se aproximou para envolver minha cintura e me beijar. De novo, lá estava o olhar azul para me excitar. Virei e ele se aproximou para beijar meu pescoço, me ajudou a tirar a roupa e acariciou nesse processo para depois me acompanhar à cama. Como foi a última provocação que fiz, seria a lição do dia: fiquei de quatro e, antes de penetrar, ele fez uma carícia em meu corpo, espalhou alguns beijos. Apertou minha bundä bem forte ao penetrar, me tornando incapaz de apenas engolir os gemidos. Deixei que ele optasse quão forte e intenso seria. Obviamente, ele mergulhou na própria luxúria; removeu meu ar com o membrö quente e eu fui à loucura — nem precisava ir mais longe que aquilo. Não precisei cobrá-lo para ele tirar. Ele acariciou minhas costas enquanto gemia. Olhei e ele se masturbava; mordiscou o lábio quando nosso olhar se encontrou, mas eu me ajeitei para terminar o serviço com a boca. Ele gozou gostoso, gemeu baixinho — diferente da outra vez, mas ver foi igualmente excitante. Ele fitou meus olhos enquanto recuperava o fôlego. — Devia parar com isso... — Ele meneou a cabeça. — Por quê? Não gosta? — sorri-lhe. — O pai vai ficar louco! Tomei-lhe pela mão para puxá-lo à cama. — Precisa deitar de barriga para baixo — falei, ignorando o assunto. — Não é natural que se mexa tanto, ‘né!? Imagino que ajudará... — Por que ignora? — Ele se aproximou de mim. — É só sexo casual... Não há porque seu pai enlouquecer por qualquer coisa, tampouco você tem motivo para se preocupar, não é!? — dei de ombros. — Devia realmente parar com isso — insistiu. — Logo agora que começamos? — brinquei. Ele se aproximou para me beijar. Fitou meus olhos com muito tesäo e eu finalmente entendi o porquê de ele estar me fazendo aquela pergunta. — Quer se deitar, loiro? — ofereci. Ele apertou minha cintura e gemeu baixo, mas assentiu, deitando com as costas para cima. — Cuido de deixar a temperatura mais agradável e já chego... vou te fazer outro agrado, mas não pode acostumar com esse... só com o sexo! — ri. Ele ainda me olhou confuso, mas apenas sorri.
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