Capítulo 1 – “O Dragão Não Se Curva”
😈😈
A luz fria do galpão abandonava em Seul m*l conseguia afastar a escuridão.
O cheiro de ferro e sangue pairava no ar como um perfume familiar. Kim Woo-Jin, 35 anos, líder absoluto dos Dragões Negros, limpava calmamente o sangue das mãos com um pano branco enquanto o homem amarrado à cadeira soltava gemidos roucos.
— Dois dias, filho da p**a — murmurou Woo-Jin com aquela voz grave e baixa que fazia homens crescidos rezarem. — Você me manteve acorrentado por dois dias. Eu escapei no primeiro. O segundo… foi só diversão.
O sequestrador — um traidor da máfia japonesa que ousara emboscá-lo duas semanas atrás — ergueu o rosto inchado. Um olho fechado, os dentes quebrados.
— Você… você é um monstro…
Woo-Jin sorriu. Não era um sorriso bonito. Era o tipo de sorriso que prometia mais dor.
— Monstro? Eu sou o Dragão n***o. Você rezava para me pegar de surpresa porque frente a frente… — ele se inclinou, segurando o queixo do homem — …você mijava nas calças só de ouvir meu nome.
Um soco preciso quebrou o nariz do traidor. O grito ecoou. Woo-Jin nem piscou.
Seu celular vibrou no bolso. Ele olhou o nome na tela e, pela primeira vez em horas, sua expressão suavizou um milímetro. Era sua mãe.
— Eomma.
— Filho, seu pai quer falar com você. Agora. É sobre o acordo com os mexicanos.
Woo-Jin soltou um suspiro longo. Aos 35 anos, ele já era dono de tudo: impérios, dinheiro, medo. Mas quando a mãe falava sério, até o Dragão n***o abaixava a cabeça.
— Chego em vinte minutos.
Desligou. Olhou para o homem amarrado.
— Sua sorte acabou. Meus irmãos vão terminar o serviço.
Min-Joon e Soo-Min, seus dois irmãos mais novos e braços direitos, entraram no galpão como sombras. Ambos sorriram ao ver o estado do prisioneiro.
— Divirtam-se — disse Woo-Jin, já saindo. — Mas deixem ele vivo até eu voltar. Quero ouvir os gritos enquanto como o jantar com a família.
A mansão da família ficava nos arredores de Seul, protegida como uma fortaleza. Quando Woo-Jin entrou na sala de jantar, seu pai — o lendário Kang Do-Hwan, agora aposentado — estava sentado à cabeceira com expressão grave.
— Filho. Os mexicanos ofereceram um pacto de paz. Uma aliança de sangue. Você casa com a filha de Don Alejandro Morales e unimos as rotas de Seul e Tijuana.
Woo-Jin congelou com o copo de uísque na mão.
— Casar? Eu não acredito em amor, pai. Só na família.
A mãe dele, pequena mas feroz, cruzou os braços.
— Exatamente por isso. Você já tem 35 anos. Precisa construir sua própria família antes que algum inimigo te mate e tudo acabe. A mexicana é só um instrumento. Uma boneca para dar filhos e ficar quieta.
Woo-Jin riu sem humor.
— Se ela for mimada e só souber gastar meu dinheiro, vai aprender rapidinho quem manda.
Do outro lado do oceano, em uma fazenda-fortaleza nos arredores de Tijuana, Valentina Morales, 24 anos, ouvia a mesma conversa pelo viva-voz.
Seu pai, Don Alejandro, falava com voz dura:
— Filha, você vai para Seul. Casa com o coreano. É o único jeito de parar essa guerra estúpida.
Valentina apertou o punho. Seu corpo de curvas generosas tremia de raiva. 1,60m de pura fúria mexicana.
— Eu não sou boneca de ninguém, papá. Se esse tal Kim Woo-Jin for um machista filho da p**a como os rumores dizem… — os olhos castanhos brilharam com algo demoníaco — …eu mato ele na primeira noite e volto para casa.
Seu irmão mais velho, Carlos, que estava prestes a assumir o cartel, riu baixinho.
— Cuidado, Val. Dizem que ele torturou o próprio sequestrador depois de escapar. É frio. Calculista. Sedutor pra c*****o.
Valentina sentiu um calor traiçoeiro subir entre as pernas só de imaginar. Ela era virgem. Mas não santa.
Todas as noites, sozinha no quarto, usava seu vibrador grosso imaginando um homem forte, tatuado, perigoso… e agora aquele rosto de safado coreano aparecia sem ser convidado.
— Que se f**a — murmurou ela, apertando as coxas. — Ele pode ser gostoso pra c*****o. Mas se encostar em mim do jeito errado… eu mostro pra ele que tem um demônio morando dentro dessa baixinha.
Em Seul, Woo-Jin desligou o telefone depois de aceitar o acordo.
— Uma mexicana mimada — resmungou sozinho, servindo mais uísque. — Vai ser só mais uma que abre as pernas, gasta meu dinheiro e some da minha casa. Meu refúgio continua sagrado.
Mas algo no fundo do peito — algo que ele odiava admitir — já estava inquieto. Porque nenhuma mulher jamais havia despertado curiosidade nele. E aquela baixinha brava cujo nome ele ainda nem sabia… já estava mexendo com sua cabeça.
Dois dias depois, no aeroporto privado de Seul, o jato mexicano pousou.
Woo-Jin esperava com os braços cruzados, terno preto impecável, tatuagens aparecendo no colarinho aberto. Olhos frios.
A porta se abriu.
E Valentina Morales desceu as escadas com salto alto, vestido vermelho colado no corpo curvilíneo, pele bronzeada brilhando sob o sol coreano. Olhou direto para ele.
E sorriu. Um sorriso que prometia guerra.
— Então você é o famoso Dragão n***o — disse ela em inglês perfeito, com sotaque mexicano quente. — Espero que seja mais gostoso pessoalmente do que nos rumores… porque se for babaca, eu te mato antes do café da manhã, cariño.
Woo-Jin sentiu o p*u latejar dentro da calça só com o tom dela. Mas manteve o olhar gelado.
— E eu espero que você saiba seu lugar, princesa. Porque nessa casa… quem manda sou eu.
Eles se encararam.
O ar crepitava.
Nenhum dos dois sabia ainda… que aquele pacto de fogo e sangue ia queimar os dois vivos.
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“Ufa… e aí, o que acharam desse quase? 🔥 Me contem nos comentários: vocês acham que Valentina vai aguentar mais 4 dias sem pular no pescoço dele? Curtam, votem e compartilhem com aquela amiga que ama um mafioso possessivo… ela vai me agradecer depois. 😈