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Isadora A noite estava silenciosa, e eu conseguia ouvir o vento balançando as folhas das árvores no jardim. Ainda era estranho morar ali, na casa de Dário e Alessia. Desde que minha amiga se casou, ela insistiu que eu ficasse com eles, que eu estaria mais protegida. Eu sabia que ela tinha razão, mas não conseguia me sentir completamente em casa. E agora, depois da conversa com Vicenzo, minha cabeça estava um verdadeiro turbilhão. Sentei-me no banco de pedra perto da fonte, abraçando os próprios braços. O vento frio fazia arrepiar minha pele, mas eu não me importei. Vicenzo queria se casar comigo. Ele não se importava com as consequências, não se importava com o peso do sobrenome que carregava. Mas eu me importava. Eu sabia que Antônio nunca aceitaria isso. Eu sabia que o conselho da

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