A carruagem parou diante do grande salão iluminado por dezenas de lamparinas. A fachada ostentava bandeiras, flores e arranjos caros o tipo de evento em que cada detalhe gritava riqueza e status. Henrique desceu primeiro e, oferecendo a mão, ajudou Amélie a descer. Assim que seus pés tocaram o chão, ele não soltou sua mão. — Pronta? — perguntou com suavidade. — Acho que sim… — respondeu ela, com um nervosismo tímido que só a deixava ainda mais encantadora. Quando entraram no salão, foi como se o mundo tivesse parado. Convidados interromperam conversas. Mulheres viraram o rosto para observar o vestido. Homens levantaram sobrancelhas, impressionados. O nome “Amélie Cestáro” correu em murmúrios pelo salão como uma novidade irresistível. — É ela? — A nova esposa de Henrique? — Meu Deus

