Henrique segurou firmemente o braço de Amélie, guiando-a rapidamente pelos caminhos laterais da propriedade, evitando o salão e qualquer olhar curioso. —Vamos Amélie, rápido— disse ele, firme, mas com suavidade. —Antes que ela mude de idéia. Amélie chorava muito, se deixando ser arrastada por Henrique. — Mas… meus pertences… minhas roupas… — sussurrou, a voz trêmula, os olhos marejados. — Eu não posso nem pegar o que é meu? Henrique sacudiu a cabeça, com um leve pesar. — Francesca não vai permitir — respondeu, a expressão séria. — Eu sei que é difícil, mas não podemos perder tempo. Amélie respirou fundo, sentindo o frio da noite e a urgência da situação. O medo ainda apertava, mas a perspectiva de escapar daquele ambiente c***l e humilhante pesava mais, mas também...o medo de ser pi

