Na manhã seguinte, a mansão Cavalcante parecia estranhamente silenciosa, exceto pelo tilintar distante de louças no salão. Francesca caminhava pelos corredores com passos firmes, procurando Estefano. — Estefano! — chamou, entrando em cada sala com determinação — Estefano, onde você está? Filho ? Não havia resposta. Sua paciência começava a se esgotar. Subiu as escadas com pressa, chamando seu filho, batendo levemente nas portas dos quartos, mas o silêncio predominava. Finalmente, Francesca chegou ao escritório, onde antes ele passava as noites trabalhando em nome da família. A porta estava entreaberta, e uma pontinha de luz entrava pelas janelas. Ela empurrou a porta com um gesto firme e encontrou o filho encostado na cadeira, a cabeça caída para o lado, respiração irregular, e o vinho

