Nua sobre o capô do carro sinto o frio do metal contra minha pele quente, não vi onde minhas roupas foram parar, exposta como nunca estive, subitamente me sinto tímida diante dele, jogo a timidez para o alto ao sentir o desejo desse deus do ébano por mim, ele por incrível que pareça, ainda permanece com a sunga, abraço com as pernas a cintura de Apollo e ele me leva até a porta, me apoio contra ela enquanto nos beijamos desenfreados, sem controle, parecemos dois animais no cio, a química entre nós é inegável, com muito custo ele consegue abrir a porta, tropeça comigo enquanto enfio a mão em sua sunga e alcanço seu p*u, que parece maior cada vez que vejo ou toco, ele pulsa em minhas mãos, consegue trancar a porta assim que entramos, nos agarramos, ele tem pegada e beija muito gostoso, esbar

