CAPÍTULO 68 (continuação) EDUARDA NARRANDO Deitei a cabeça no ombro dele, sentindo o calor do corpo, o cheiro da pele, o som do coração dele batendo forte, ainda marcado pelo que a gente viveu ali. Fechei os olhos por um instante, só pra guardar aquela sensação. O jeito que ele me segurava, o carinho nas costas, a respiração dele se misturando com a minha. Era tudo tão simples… e ao mesmo tempo, tão gigante. — Tu tá bem? — ele perguntou baixinho, a boca colada no topo da minha cabeça. — Tô… — murmurei, abraçando ele com mais força. — Melhor do que eu achei que poderia estar um dia. — Eu fico nessa p***a dessa banheira o dia inteiro, se for pra te deixar assim. Dei uma risadinha abafada contra o ombro dele e levantei o rosto devagar, ainda com o coração acelerado e as bochechas quent

