Capítulo 2

1721 Words
WL narrando  Minha vida nunca foi uma maravilha. Desde de menor eu via meu pai batendo na minha quando chegava drogado. A única coisa que eu podia fazer era proteger a minha irmãzinha. Mas Deus é bom não é?! Sim ele é. Ele foi tão bom que em uma das vezes que o traste do meu pai se drogou ele acabou morrendo de overdose.  Foi o fim do sofrimento, pelo tinha que ser mais não. Minha mãe ficou doente e não tinha condições nenhuma de trabalhar, então minha única saída foi entrar pro crime. Na época eu tinha um 15 anos.  E estou nessa vida até hoje. Hoje me tornei o vapor de confiança do Samurai, c*****o ele me dá várias moral,e ajudou pra caramba com a doença da minha mãe. E tá pagando os estudos do Davi.  Tô me sentindo m*l por desejar a mulher, a mina é maior firmeza. Mas assim que ela sair do hospital eu vou me retratar com ela. ***** Sexta-feira de carnaval, o patrão liberou a gente pra nós curtir. Na verdade ele só libera quatro soldado por ano, e esse ano a sorte riu pra mim, por K2, pro dado e pro coiote.  Estamos indo pra arraial, pegar varias mulher.  Na verdade mesmo só eu e Dado tamo na pista, porque o K2 tá amarradão lá com a enfermeira dele, p***a o muleque se deu bem a mina é maior gata, tô felizão por ele.  O coiote tá pegando uma amiga dela que também vai pra lá com mais duas amigas. Então é isso, carnaval, dinheiro no bolso, aquela erva responsa. E muito dinheiro no bolso.  Chegamos na casa de praia que alugamos, p***a a casa é irada, c*****o parece até coisa de cinema.  Entramos na casa, a Nathi fez a divisão dos quartos, e vou dormir com o dado.  É isso, amanhã começa o fervo a Vera. ****** Acordei, fui tomar um banho firmeza, passei um perfume da hora. Peguei meu óculos escuro e desci.  Já tava geral na cozinha. —— Uau que banquete.- falei vendo a mesa posta. —— Eu quem fiz querido.- a Nati falou. —— Já pode casar loirinha.- o dado falou. —— Loirinha vai ser um tiro no meio da sua testa, que i********e é essa com a minha mulher porra.- o K2 falou sério. —— Relaxa cara, foi só brincadeira. - o dado levantou a mão em forma de rendição. —— c*****o o K2 tá convivendo muito com o Patrão, tá ficando possessivo igual a ele.- o coiote falou fazendo geral rir. —— Ele tem muito ciúmes da Lica?- a Nati Perguntou. —— p***a do patrão ninguém ganha não, o bichinho possesso de ciúmes.- o K2 falou e geral riu concordando. —— Mudando de assunto, vocês vão no mercado comprar as do churrasco? - a Nati Perguntou. —— Vamos amor.- o K2 respondeu. —— Eu vou ficar aqui esperando as meninas.- a Nati falou. —— Essas minas aí só gatas pelo menos?- o dado Perguntou. —— São lindas, duas pretas do poder.- a Nati falou  nos deixando animados. Me amarro numa preta. —— Minha também não fica pra trás.- o Coiote falou e Nati confirmou com a cabeça. —— Bora p***a comprar lá as paradas, eu quero encher a cara nessa porra.- o K2 falou pegando a chave. Fomos no mercado zuando pra c*****o, fumamos aquele Beck pra relaxar. Compramos tudo pro churrasco e tudo que íamos precisar durante temporada.  Vários tipos de bebidas. vamos curtir pra c*****o. Voltamos pra casa, as meninas estavam na piscina, tinha duas minas com a Nati, a loira veio correndo e pulou no colo do Coiote.   O dado ficou olhando pra preta que tava saindo da piscina.  Porra que Preta, ela olhou pro dado e deu um sorriso cheio de malícia pro dado, essa ele já ganhou. Resolvi subir pra tomar banho, quando eu termino de subir as escadas.  Eu paro no meio do caminho com bela preta que está bem na minha frente. Analisei ela dos pés a cabeça, ela tava com com uma saída de praia por cima do biquíni, deu pra análise detalhadamente o seu corpo perfeito, aquele Black se encaixava perfeitamente com aquela cor do pecado. Eu praticamente parei no meio do caminho admirando a beleza daquele preta vindo em minha direção. Mas elas estava tão distraída que nem me viu e acabou batendo de frente comigo. Pra ela não cair no chão eu deu logo aquela pegada firme pela cintura, senti um pouco do perfume que deveria ser um floral um pouco amadeirado. Ela é uma linda mulher, percebi que ela ficou toda arrepiada quando eu falei no pé do ouvido dela, dei risada quando ela saiu quase correndo pro andar de baixo.  É pelo visto esse carnaval promete muito. ***** Depois um banho e ficar cheiroso pra c*****o, voltei pra área da piscina. Passei pela cozinha as mina tavam ajeitando as coisas. —— Meninas esse é o Wallace, Wallace essas são as Kathe, Laís e a.. - antes de terminar eu a interrompi. —— Eloísa, já tive o prazer de conhecer ela lá encima.- falei piscando pra mesma.  As meninas já tinham saído da cozinha e ido pra sala. —— Prazer é só na cama.- ela repetiu o mesmo que eu disse pra ela lá encima. —— Você aprende rápido.- falei rindo. —— Mais rápido do que você possa imaginar.- ela piscou pra mim, a safada tava me dando mole. —— Isso é o que eu quero ver mais tarde.- falei e saí rindo deixando ela mais uma vez sem jeito. —— Ta maluco WL, tá rindo aí sozinho?- o Coiote Perguntou abrindo uma latinha de cerveja. —— Deixa baixo essa p***a, mas se liga as minas lá todas gatas. - falei ele confirmou com a cabeça. —— Vamos ter trabalho nessa p***a de carnaval isso sim.- ele falou negando com a cabeça.  Ficamos trocando uma ideia, depois ele levantou indo ajudar no K2 na churrasqueira. Fiquei olhando pro horizonte, perdido nos meus pensamentos, mas logo a minha atenção se voltou pra piscina, p**a que pariu que p***a de mulher é essa. Ela nadava como uma sereia, depois ele se inclinou na beirada da piscina.  Caralho essa p***a vai f***r com o meu juízo. Dei um mergulho na piscina e levantei do lado dela. Fazendo ela se assustar. —— p***a que susto.- ela colocou a mão no coração. —— Tá devendo preta.- falei brincando e ela negou com a cabeça. —— Não, mas eu estava distraída.- ela falou todo tímida. —— Sei, mas me diz aí. Onde tu mora?- puxei um assunto. —— No morro da providência, conhece?- sério que tá me perguntando isso. —— Claro que conheço é o morro do Dodô, vacilão da p***a esse cara.- assim que eu falei ela arqueou a sombrancelha. —— É, mas não fala isso perto da Kathe.– ela falou me fazendo olhar pra mesma que já estava aos beijos com o Dado na piscina. —— Por que, ela é mulher ou algo assim?– ela fez uma careta e negou rindo. —— Não, ela é dele.– suspirei um pouco aliviado.—— Mas me fala sobre você, você mora aonde?- ela me perguntou  —— Moro no complexo da maré, conhece?- falei e ela começou a rir. —— Conheço, já fui no baile uma vez.- ela falou sorrindo. —— Gostou?- ela assentiu.—— Vai lá mais vezes pó.- ele concordou e ficamos conversando de boa. Sabe aquela mulher incrível que apesar da pouco idade é super madura, então ela é assim.  Contei um pouco da minha vida pra ela, falei que era bandido, ela falou que ela era diferente dos caras lá da providência.  E era, na providência as coisas estava sem limites. Desde de mortes de inocentes a estupro de menores de idade. n**o com a cabeça ao imaginar a que ponto o Dodô chegou.  Diferente de como são as coisas lá na maré, antes da mais nada o Samurai preza muito pela segurança de cada morador.  Todos nós não temos permissão de vender pra menor de idade e muito menos olhar com maldade pra uma. Sei que somos bandidos, mas temos éticas e regras de conduta. Pelo menos é assim no Complexo da maré. Depois almoçamos, as minas limparam as coisas e quando anoiteceu.  Elas foram se arrumar pra gente ir pra curtir um pouco na cidade. As minhas desceram fantasiadas, quando eu vi a Eloísa descendo com aquela roupa, eu fiquei de boquiaberto. —— Fecha a boca WL, daqui a mina escorrega aí com tanto que você babou.- o dado falou e geral começou rir. —— Vai se f***r dado.- mandei dedo pra ele. E saímos fomos a pé mesmo, pois não sabíamos o estado que íamos voltar. ***** Já eram 3:50 da manhã quando o Dado deu o papo que tava indo embora com a outra preta lá e pediu pra liberar o quarto que nós tá dividindo.  É claro que eu não ia atrapalhar a f**a do cara. —— Se liga, deixa a minha mala no outro quarto.- ele assentiu e saiu fora. Continuei lá bebendo com os caras vendo as minas dançar na nossa frente.  Fiquei de p*u duro vendo a Eloísa dançar, c*****o ela fazia pra me provocar mesmo. Começou a tocar, a música da Ludmila. Ela começou a dançar olhando pra mim. Me estigando, se eu já estava de p*u duro, ela dançava e cantava olhando pra mim. Me levantei indo na direção dela, agarrei ela pela cintura por trás. —— Vai ficar mesmo me provocando safada?- sussurrei no ouvido dela, fazendo ela se arrepiar. —— Imagina, só estou dançando.- ela falou mordendo os lábios. —— Vou fingir que acredito, bora pessoal já foi.- falei puxando ela. Chegamos em casa, entramos no quarto que ela tá ficando, ela tava ciente que eu íamos dormir no mesmo quarto. Ela se sentou na cama tirando as sandálias.  Eu entrei no banheiro tomei um banho relaxante, e saí enrolado na toalha.  E ela ficou me olhando analisando cada parte do meu corpo. Se é pra estigar, então vamos estigar..
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