Conseguimos chegar até a cama. Até que enfim. Depois de algumas horas e três orgasmos, estamos deitadas um ao lado da outra, nos olhando. Dividindo um travesseiro. – Diga de novo. É a décima vez que ela me pede isso. Mas não ligo. Vou dizer isso até morrer se ela quiser. – Eu te amo, Sofia. Ela suspira. Parece contente. – Vou ficar bem pegajosa e carente nas próximas semanas. Você devia se preparar. – Ficarei insegura e ciumenta. Vai dar tudo certo. Sinto um sorriso em sua voz. – Você me disse que não tinha ciúmes. Eu encolho os ombros. – Também te disse que nunca mais mentiria. Suas mãos penteiam gentilmente a parte de trás do meu cabelo. – Quando você soube? Eu sorrio. – A primeira vez que me deixou meter em você sem camisinha. Ela puxa meu cabelo. Com força. – Ai, meu

