20 anos depois
Cresci com minha tia Nadja Castilho, desde a morte dos meus pais, quando eu tinha apenas 4 anos, ela é uma advogada bastante conhecida, que nunca deixou escapar a verdadeira origem dela, segundo ela, meu pai tirou ela do morro pra ela ter uma vida certinha, sem riscos, e quando ele morreu ela já era uma advogada que estava crescendo na área, me criou como um filho, sempre fazendo o melhor pra mim, mas o que ela mais temia aconteceu, mesmo já formado, escolhi assumir o morro que é meu e que meu tio FJ cuida desde a morte dos meus pais, mesmo contra a vontade dela meu tio me falou tudo o que sabia e escondido dela foi me preparando para assumir o morro, às vezes tenho a impressão que ele sabe muito mais do que fala, mas vamos dar tempo ao tempo.
Pelo que sei meus pais estão mortos e quem os matou também morreu, meu pai conseguiu acabar com o miserável antes de apagar, mas eu fiquei órfão, e não n**o que minha tia sofreu um pouquinho com a minha rebeldia, nunca fui fácil e segundo ela isso vem do meu pai.
Quando fiz 22 anos, já formado decidi que era hora de assumir o meu morro e foi o que eu fiz, aqui é meu lugar, minhas leis...
Durante todos os anos, meu tio FJ cuidou de tudo aqui da melhor da melhor maneira, aqui as pessoas respeitam e depois que eu cheguei não mudei nada, os moradores aqui gostam da vida que tem, da segurança que temos, poucas vezes passamos por alguma invasão, mas nunca estamos livres, seja de algum morro rival ou dos botas, mas tentamos manter tudo na mais perfeita ordem.
Hoje é mais um dia de baile, começo a me arrumar, bermuda preta, camisa cinza, tênis, e meu cabelo preso pelo boné dando um tchan, meu braço é todo tatuado, barriga trincada, sempre gostei da vida louca, mesmo quando morava no asfalto.
Cheguei no baile e as novinha tudo balançando a raba até a chão subi pro camarote, de lá consigo ver tudo o que acontece ao meu redor, enquanto uns cheiram uma carreiras, outros dançam, fico no meu canto bebendo a minha cerveja e logo vem a Camile querendo sentar comigo, sem demora mando vazar, mais minutos chega a morena gostosa que sempre dou uma fodas com ela, sem perguntar já senta no meu colo com aquela micro saia e começa a se esfregar em mim, meu amigão deu sinal de vida, fico ali só mais um pouco e vazo dali levando a Juliana pro cafofo dela, é doida pra trepar na minha cama, mas minha cama é sagrada, não levo mulher nenhuma pra lá.
assim que entramos já fui tirando a roupa da safada e sem demora ela enlaça as pernas em volta de mim, sem pensar muito levo direto pro quartinho dela, já conheço o caminho, Juliana é a minha f**a fixa, mas sem compromisso, quando chego no quarto encosto ela na parede e começo a beijar o pescoço e a safada começa a gemer se esfregando no meu p*u, sinto a humidade entre as suas pernas, seu desejo por mim, suas mãos percorrem meu corpo enquanto minha boca procura pelos seus s***s, chupo com vontade, ouvindo cada gemido que ela solta, estou duro como pedra, sinto o meu p*u doer pelo aperto da cueca e bermuda, tiro ela da minha cintura e mesmo com a boca em seu seio e a mão no outro vou guiando até a cama, ela tira a minha roupa, temos fome um do outro, ela ainda está de calcinha mas isso é apenas um pequeno probleminha que vou resolver, deito sobre seu corpo magro fazendo caminho entre beijos e lambidas pelo seu corpo até chegar em sua intimiidade, olho pra cara da safada que está implorando pra me sentir e com os dentes tiro aquele pedaço de pano que ela chama de calcinha e abocanho a sua bocceta, ela se contorce com o calor da minha boca em sua gruta molhada, faço movimentos circulares e depois em oito e ao mesmo tempo dois dedos a invadem com vontade, escuto-a soltar um gritinho o que me faz querer ainda mais essa safada, humm, quando eu paro ela levanta e vem em minha direção e pega meu amigo e passa a língua na glande dando leves chupadas, lambe o comprimento e começa a me chupar forte, com gosto, massageia as minhas bolas, não aguento e a faço deitar de barriga pra cima com a cabeça um pouco mais inclinada e coloco meu c****e em sua boca, sinto ele entrando mais profundo, entro e saio da boca dela ela quase engasga quando ele entra em sua garganta, mas a safada gosta da sensação, sinto espasmos, sei que vou gozar e antes mesmo de retirar todo sinto os jatos quentes na boca dela e a safada engole tudo, tiro da boca e peço pra ela ficar de quatro, essa safada só não me deu ainda essa raba gostosa, que sou louco pra comer, ela fica de quatro e empina a b***a em minha direção , dou-lhe um tapa de cada lado deixando a marca vermelha, dei forte, o gemido que soltou tenho certeza foi de dor, mas logo em seguida encapo o meu amigão e meto com vontade, ela se mexe um pouco, mas pego em seu cabelo e a forço olhar pra mim, ela geme alto, enquanto enfio cada centímetro meu dentro dela, retiro meu p*u da b****a e encosto a cabecinha e forço um pouco a entrada, ele reclama, aproveito a umidade dela e enfio um dedo devagar e depois outro, ela reclama, mas quando vejo que já acostumou retiro o dedo e começo a enfiar a cabeça devagarinho, ela protesta, geme, tenta sair, mas prendo seu quadril...
— Juliana, prometo que vai gostar, fica quieta p***a, apoio a mão em suas costas e aos poucos a parte mais difícil passou, hora de enfiar completo, sei que vai reclamar mas enfio devagar e os gemidos são altos quando encosto no talo paro um pouco pra ela acostumar e depois de uns minutos começo a me mover devagar, aos poucos meto mais rápido, mas duro, ela da umas mordidinhas com r**o no meu p*u e eu soco com vontade não demora muito e sinto latejar e esporro ali, estamos suados, satisfeitos, solto os cabelos e me jogo em cima dela até aa respiração melhorar um pouco, depois saio completamente de dentro dela e me jogo ao seu lado..
Acordo com um peso no meu braço, olho pro lado e me deparo com a Juliana sem roupas do meu lado, tento me ambientar onde estou e cai a ficha que sai do baile vim dar uma trepada com a ruiva safada que não pode me ver, uma putta de uma maria fuzil que eu uso apenas pra aliviar minhas bolas e acha que eu vou assumi-la como minha fiel, mas tá pra nascer mulher que vai colocar uma coleira no cachorro louco aqui, levanto da cama visto as minhas roupas, saio de fininho, subo na minha moto e vou pra minha casa, quero mais é ir pra minha casa e cuidar do que é meu, não larguei a vida de playboy que levava morando com a minha tia pra aceitar uma vagabunda rodada daqui pra tentar colocar coleira em mim...
No asfalto
Thaíse Souza, acorda filha, tá na hora de ir pro trabalho, fica a tarde na rua e é capaz de perder a hora, minha mãe fala gritando da cozinha...
— Já vou mãe, estou terminando de me arrumar, minto afinal acordei com ela me chamando, rsrs, pulo da cama na correria pra mais um dia de trabalho, caraca, já estou atrasada, corri para o banheiro, tomo uma ducha rápida e me arrumo às pressas, como trabalho em um consultório odontológico, sou recepcionista, meu uniforme sempre é social, hoje coloquei o vestido com o lenço, e uma rasteirinha no pé, o meu salto vai na mão já que vou precisar correr pra não perder o ônibus, cabelo solto, passei apenas um batom, minha pele clara destaca os cabelos castanhos e olhos verdes, não sou uma deusa da beleza, mas acho que chamo um pouco a atenção dos rapazes, tenho 21 anos e estou começando a faculdade de administração, quero trabalhar nessa área, pego a minha bolsa e saio do quarto correndo, não tenho tempo para comer, moro próximo do morro, e o ponto de ônibus é perto, praticamente de frente ao morro, e sempre que estou no ponto percebo como os rapazes chamados de soldados ficam ali na entrada me olham mas não dou atenção.
Saí de casa às pressas, preciso correr contra o tempo pra não perder o ônibus e 5 minutos depois que eu saio sou agarrada e puxada, colocam algo no meu rosto e aos poucos desfaleço.
Acordo dentro de uma casa escura, não faço ideia de onde estou, mas não demora muito vem alguém em minha direção, vejo que é um homem mas conforme ele se aproxima vejo que é um dos rapazes que ficam na entrada, ele começa a rasgar a minha roupa e solta gostosa pra caraleo, hoje eu mato minha vontade, me desespero ao entender o que ele quiser dizer tento gritar mais ele me mordaça e começa a se despir, sinto asco, ele se aproxima e me joga em um colchão, eu luto, tento gritar mesmo com a boca amordaçada, mas não tenho a mínima chance, ele me invade sem culpa, as lágrimas rolam de meu rosto, eu quero morrer diante do acontecido, quando ele se sente satisfeito sai de dentro de mim e ainda fica me apalpando, me sinto um lixo humano, as lágrimas rolando.
— É delícia sempre te quis, mas sempre me esnoba, agora é minha, vai ficar aqui apenas pra me servir sempre que eu quiser...
Não consigo acreditar no que eu acabei de escutar, quero sair desse lugar mas nem ao menos sei onde estou, vejo quando o filho da putta sai e vou até a porta, mas está trancada e tem grade na porta, vou na janela e é a mesma coisa, procuro uma saída mas não encontro e os dias vão passando sem nada mudar, sempre a mesma tortura diária...
Não faço a mínima ideia de que horas são, ou a quanto tempo estou aqui, agora sei que é noite afinal eu não vejo nenhuma claridade, sei que estou presa nesse lugar e não sei o que será de mim...escuto passos e me encolho inteira ao ver quem entra, ele me olha e com um sorriso sacana vem em minha direção e me entrega um lanche como sempre, ele sempre aparece me trazendo um lanche e sempre no mesmo horário.
— Come, quero você forte pra me satisfazer sempre, esqueça, aqui ninguém virá te ajudar, você é minha e será pra sempre minha...
Saí de vai pra outro cômodo, estou morrendo de fome, mas também com medo desse monstro voltar a me estuprar, isso tem acontecido com uma certa frequência, como a lanche e não demora muito ele se aproxima e sinto que é exatamente isso que vai acontecer, quando ele se abaixa onde estou e tenta se aproximar escuto um tiro e um rapaz alto, entra onde estou e junto com ele outros rapazes, não faço a mínima ideia de quem seja, o rapaz me olha, ele está furioso, olha pro meu raptor, tem ódio no olhar, em seguida me olha retirando sua camiseta, joga pra mim e manda eu vestir, afinal estou sem roupas já a algum tempo, nesse lugar só tem apenas um lençol que eu vivo enrolada nele.
Os rapazes pegam o meu raptor e ele até tenta se soltar mais não consegue.
O rapaz alto se aproxima de mim e eu me encolhi ainda mais: -Por favor, me deixa ir, não me machuca, por favor...
— Fica tranquila, não vou te machucar, vou apenas te tirar desse buraco.
Eu levanto ainda com medo, mas essa a minha chance de sumir desse lugar, ele me ajuda e eu o acompanho, vejo que o casebre onde estou está no meio de um matagal e tem apenas um caminho pequeno por onde estamos caminhando, de longe vejo quando o s caras jogam o meu raptor em um porta malas e saem, ficando apenas eu e o rapaz que me tirou desse lugar, o sigo e ele abre a porta do carro pedindo que eu entre e que confie nele...
Assinto com a cabeça, mais não posso negar que estou apavorada, entro no carro e ele fecha a porta e em dá a volta logo assumindo o volante, saímos daquele lugar, o silêncio dentro do carro é constrangedor, aos poucos começa a surgir algumas casas e começo a entender que eu estou no morro, o motorista dirige até uma casa enorme e para em seguida, olho pra ele e ele pede que eu desça, obedeço e assim que entro na casa, ele me guia até um quarto e pede que eu tome um banho e diz que vai me arrumar mais uma camiseta enquanto consegue algumas roupas pra mim...
Entro no banheiro e deixo a água cair sobre o meu corpo, me sinto suja, muito suja, começo a me esfregar, a minha vontade é arrancar a pele onde aquelas mãos imundas tocaram, as lágrimas rolando no meu rosto se misturando com as lágrimas, depois de alguns minutos escuto uma batida na porta e a voz grossa, rouca me dizendo que deixou umas camisetas pra mim na cama, e em seguida escuto passos se afastando e depois o barulho de porta fechando