A dor ia e vinha, me rasgando por dentro,eu não sei se eu aguento muito mais. É o segundo. Christian segura minhas mão e me incentiva a continuar,mas sendo sincera eu só quero que ele cale a boca. Lucy foi a primeira, minha pequena flor,ela chorava alto quando o médico a segurou, senti vontade de tomá-la dos braços do médico,mas me contive,pois Luke parece querer me torturar. - Só mais um pouco querida. - disse Christian. - Luke meu amor, eu quero ver você... - não consegui segurar o grito, era cortante e pior que as outras contrações, mas, logo passou. Como um passe de mágica, uma mágica dolorosa digna de tortura,Luke já está nos braços da enfermeira, acompanhando a irmã em um "Olá" escandaloso. O pequeno Luke foi levado junto a irmã para a ala pediátrica, o fato de serem gêmeos uni

