Ela me olhava como uma verdadeira psicopata de seis anos. Eu tentava manter a compostura, mas a cada vez que aquele urso sorria para mim e a Laila mudava as regras do jogo para algo ainda mais macabro, minha vontade era levantar e sair correndo pela porta mais próxima. E sim, eu já tinha checado todas as possíveis rotas de fuga com os olhos. Por volta de sete horas, escuto passos e uma voz atrás de mim. Meu coração dispara juro que por um segundo achei que fosse o Nicolas ou o Peter. Mas não. Era o Draco. — O que temos aqui? Laila, você ainda não colocou a nova babá pra correr? ele provoca, se inclinando contra o batente da porta, com aquele sorriso preguiçoso. Se olhares matassem, Laila já teria cometido um homicídio. Ela vira o rosto devagar para ele, e Draco apenas ri. — Tenho

