capítulo 31

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CAPÍTULO 31 — O EFEITO COLATERAL Rafael A porta bateu com a força do ódio da Larissa, ecoando pelo galpão. A Bia saiu tropeçando, puxada pela irmã que tava cuspindo fogo. Fiquei ali, parado atrás da mesa, encarando o espaço vazio onde as duas estavam há segundos. O cheiro do café forte que ela trouxe ainda tava no ar. E o cheiro do moletom dela - o meu moletom - ainda no nariz. Joguei ponta do cigarro no cinzeiro e passei mão pesada pelo rosto, maxilar trancado. Leão empurrou a porta segundos depois, careta de quem não acreditava. Leão: — Rapaz... família é hospício. Mais nova s*******o e mais velha com sangue de barata. Quantas vezes te disse que trazer gente de fora pra dentro da biqueira ia dar r**m? Quer que mande moleques enxotarem as duas de vez lá pra baixo? Olhei pra Leão car

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