Henrique Walson Depois que a Jade sai daquele jeito apressado, quase tropeçando no tapete da sala por causa da calça errada, o silêncio toma conta do meu apartamento. A porta se fecha com força e eu ainda escuto os passos apressados dela no corredor antes de sumirem completamente. Fico um tempo parado aqui na sala, com o café da manhã recém-terminado ainda espalhado pela bancada da cozinha e o cheiro dela impregnado em cada centímetro desse lugar. É inevitável. Puxo uma respiração longa e olho em volta. O sofá está bagunçado, algumas almofadas jogadas no chão e uma peça de roupa esquecida sobre o encosto. Ainda tem certos objetos caídos que derrubamos pela noite e foi uma loucura para jamais esquecer. Eu confesso, nesses meus quarenta anos, o melhor sexö que tenho tido é com ela. Como p

