Camaleão Narrando Ainda tava naquela indecisão, se eu ia, se eu não ia, se eu ficava logo pra trocar ideia com o PH sobre tudo, jogar a real na roda, ver se ele abraça a ideia de me liberar pra ficar com a filha dele. Mas, sinceramente, nem vou abrir mão dela, principalmente depois de provar o gostinho, de saber que ela é minha, de ter certeza que não quero outra mulher além dela. Passei pela barreira do Morro dos Prazeres, já na mão de ir pra casa, quando chegou a mensagem do JC: “Tá tudo sussa aqui, se quiser ficar por aí, e colar no pagode mais tarde, tamo junto.” Mandei na lata: “Então trás uma muda de roupa aí pra mim, fechou?” Manobrei no carro, mandei mensagem pra Pietra: “Vai pra casa do coroa, tá na hora de botar os pingos nos is.” Sabia que tinha que resolver, não dava mais

