NARRAÇÃO: PIVÔ A Estela pegou o jeito de uma forma que eu não esperava nem nos meus sonhos mais loucos. Aquela boquinha de anjo, que antes só servia pra falar manso, pedir desculpa, agora tava me devorando com uma fome que me deixou zonzo, papo de perder os sentidos. Ela começou a trabalhar com a língua, circulando a cabeça do meu p*u com uma técnica que parecia instinto puro, descendo até a base e fazendo uma pressão que quase me fez descarregar ali mesmo, no chão do quarto. O barulho da sucção dela no silêncio absoluto do quarto era a música mais suja, proibida e gostosa que eu já ouvi em toda a minha caminhada. Eu rosnava alto, enterrando meus dedos com força no cabelo dela, sentindo que o meu autocontrole tava indo direto pro ralo. — Isso, porra... assim! Chupa como se a tua vida de

