Capítulo 9

1430 Words
RIN Ela se encostou na parede da escadaria e olhou para ele. Ele era impossivelmente alto, com um metro e noventa, ela pensou de forma distraída, enquanto o encarava. Pensando nas palavras dele, que não queria que o divórcio deles fosse de conhecimento público. Ela se perguntou, absorta, em como ele achava que conseguiria manter isso em segredo e não o anunciar de forma alguma. Ela não conseguia entender a lógica dele naquele exato momento. Wil arquivara os papéis hoje, para dar início ao processo. Também ficaria evidente quando ela parasse de estar ao lado dele o acompanhando nos eventos que ele tinha agendados para as próximas seis semanas. Tinha três em que ela deveria comparecer com ele, marcados em seu calendário. Mas ele também poderia ligar do nada e dizer que precisava que ela fosse a um jantar com ele e um cliente, alguém que ela estava mais preparada para lidar devido às suas habilidades em programação, afinal, ela sabia falar a linguagem, por assim dizer. Ele teria que encontrar outra pessoa para preencher esse papel, ou talvez já tivesse encontrado. Ela não sabia. — Só vim porque já havíamos aceitado o convite meses atrás, confirmamos que nós dois estaríamos presentes. Se eu não aparecesse, como ficaria? Mas suponho que eu deveria estar feliz por você não ter trazido outra pessoa e me constranger com outra mulher no seu braço — Ela disse com um dar de ombros. Ele agora a encarava com uma expressão franzida. — Você realmente acha que eu faria isso? Se ela achava? Sim, ela se lembrava das palavras dele para Wil naquele dia. Ele pediria o divórcio quando encontrasse a “Sra. Certa”, então, por essa dedução, as palavras dele outro dia, sobre não ter um bebê, e agora o divórcio, ele provavelmente já a encontrara. — Vai acontecer — Ela deu de ombros de novo, afastando o pensamento — Se poupe do incômodo de passar por esse constrangimento de novo, Calvin, e me mande um e-mail amanhã, com os eventos que você não quer que eu compareça nas próximas seis semanas. Assim, não estarei lá quando você não estiver esperando, e não teremos que encenar essa farsa de novo na frente dos seus amigos ou conhecidos de negócios. Ela viu o maxilar dele se contrair e sorriu de leve. Ele não pensara nisso quando fez isso. Provavelmente deveria ter olhado seu calendário e agendado o divórcio de acordo com os compromissos, para quando não tivesse eventos para comparecer, ou eventos aos quais ainda não respondera, para que pudesse recusar ou dizer que iria sozinho, negando assim a necessidade de ser visto com ela ao seu lado. — É um pouco mais complicado do que você pensou, não é? Conseguir esse divórcio rápido e silencioso que você quer — Ela assentiu enquanto ele permanecia em silêncio — Não vou te importunar, nem dificultar as coisas para você, Calvin. Estou apenas expondo os fatos. Pelo que me lembro, tem três eventos nas próximas seis semanas em que eu deveria estar com você, um deles é uma gala de caridade com uma competição de dança. Sugiro que faça outros arranjos — Ela passou por ele — Não sou mais sua. — Você ainda é minha, Rin — Ele a puxou para encará-lo. Seus olhos verde-avelã estavam fixos nos olhos dela, e ela os viu começarem a ficar mais verdes do que castanhos enquanto o encarava, enquanto ele a pressionava contra a parede — O divórcio não será finalizado por seis semanas, e mesmo assim... — Todo o corpo dele estava contra o dela, a boca dele em sua orelha — Você ainda será minha, Rin — Sua voz de repente ficou rouca, profunda e sombria, como seus olhos haviam ficado, começando a mostrar sinais de desejo. Ela sabia como isso parecia, como soava. A boca dele estava em seu pescoço um momento depois, beijando de forma profunda logo abaixo de sua orelha. O único lugar em que ele sabia que a excitava com rapidez, que poderia usá-lo para seduzi-la em minutos, e ela ofegou e tentou afastá-lo. Ele era muito maior e mais forte do que ela. A mão dele estava sob seu vestido e, antes que ela percebesse, ele estava afastando sua calcinha e tocando-a com i********e. — Para — Ela ofegou, embora, mesmo para ela, soasse muito fraco, como se não fosse a sério. Ele nunca fora tão imprudente a ponto de tocá-la assim em público. Se alguém os visse, causaria uma cena. Ela sentiu os dedos dele entrarem nela um momento depois e ofegou: — Estamos na escadaria — Ela disse, tentando clarear a mente dele e fazê-lo voltar à razão, ela sabia que pouco podia distraí-lo quando ele a queria, quando ele se tornava todo necessitado e exigente, tentando conseguir o que queria. — Não dou a mínima — Ele disse com rispidez, e seus olhos encontraram os dela, agora completamente verdes e cheios de fome e desejo — Eu realmente não dou a mínima agora, eu te quero. Goze para mim, Rin — Ele exigiu, e sua boca voltou ao pescoço dela, arrastando beijos ardentes por ele. Enquanto movia os dedos dentro e fora dela até que ela estivesse gemendo e se movendo com ele, e ela se odiava por permitir que ele fizesse isso. Mas ela também queria isso. O homem conseguira criar uma necessidade ardente nela por anos, e ele a estava deixando, se divorciando dela, e ela só queria um último momento com ele, uma despedida, um adeus adequado. — Cal? — Saiu de sua boca, o nome dele cheio de desejo e sua necessidade de que ele lhe desse o que ela realmente queria, tudo dele, enquanto ela se aproximava de gozar. Ele mordeu seu pescoço com força, então ela foi girada, e ele estava tirando sua calcinha. O vestido dela foi puxado para cima, e ele afastou seus pés e a penetrou com um impulso forte, um gemido veio dele, e ela gritou enquanto ele a tomava. Ele segurava um punhado de seu cabelo e puxava sua cabeça para trás, até seu ombro, enquanto a tomava em investidas firmes e duras. As mãos dela estavam para trás, agarrando seus quadris, puxando-o enquanto ela mesma se movia para corresponder às necessidades dele. Ela ia gozar rápido, pois não conseguia parar o orgasmo que percorria seu corpo. Ela podia senti-lo começando a pulsar dentro dela, ao redor dele, e ele gemeu com a sensação. Então, ele saiu dela, e ela ofegou com a súbita perda dele, apenas para ser girada de forma brusca e levantada, empurrada contra a parede. Um grunhido frustrado veio dele enquanto ele achava o vestido dela no caminho, e ele o puxou para cima e finalmente a penetrou de novo, enquanto ela envolvia as pernas ao redor dele. Ela se agarrou a ele enquanto ele segurava sua b***a e a tomava de novo, sua boca em seu pescoço, enquanto as mãos dela estavam em seu cabelo, ela ofegava e gemia de prazer, então gritou de novo. Enquanto gozava mais uma vez, todo o corpo dele foi pressionado com força contra o dela. As mãos dele a puxaram para baixo em seu p*u, e ele agora a segurava firme contra si, enterrado o mais fundo que podia dentro dela enquanto gozava. A respiração dele estava tão ofegante quanto a dela. Ele não a colocou no chão, apenas ficou ali por quanto tempo ela não sabia. Ela foi a primeira a se mover, ou tentar. — Me coloque no chão, por favor — Ela meio que sussurrou e soltou o aperto em seu cabelo. Ele saiu de seu corpo e permitiu que ela deslizasse de forma lenta pela parede até seus pés tocarem o chão, antes de recuar. Ela fechou os olhos e encostou a cabeça na parede, pois não queria olhar para ele. Poderia simplesmente chorar, pensou, enquanto colocava as mãos em seu peito e o empurrava mais para longe, mesmo enquanto ouvia o zíper de suas calças sendo fechado, a mão dele tocou seu rosto, e ela virou o rosto para longe dele, sentindo a mão dele cair. — Apenas vá, Calvin — Ela murmurou. — Me desculpe, eu me deixei levar — Ele se desculpou. Isso é um eufemismo, ela pensou, mas ela não fora melhor. — Posso voltar para casa sozinha — Ela disse a ele e finalmente abriu os olhos, embora não o olhasse, então passou por ele e desceu as escadas. — Você está no último andar — Ele chamou enquanto ela descia as escadas, se afastando dele.
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