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Things of Crime

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Blurb

(História não recomendada para menores de 18 anos porque contém violência extrema, sexo, conteúdo s****l, linguagem imprópria, linguagem obscena, drogas, drogas ilícitas, consumo de drogas.) Rapazes normais como sempre e com alguns problemas pessoais, até conhecerem um cara num acidente brutal.

(Géneros: Crime, drama, comédia e humor negro.)

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Piloto
Episódio Um: Piloto Em 1999, em Altamira do Pará. Perto do cais de Altamira, no bairro chamado "Recreio", vivia nosso protagonista, Ricardo, junto com seu amigo Leonardo, ou chamado pelos seus amigos familiares mais próximos, Leo. Eles viviam como pobres porcos por causa de um presidente que odiava os pobres e amava os ricos. Fernando Vasconcelos, um presidente luso-brasileiro jovem de 30 anos e com um estilo elegante. —“Eu vou acabar com essas pessoas que tentam acabar com nossa nação fazendo crimes, roubos e manifestos contra mim, o presidente do Brasil, Fernando Vasconcelos!”—, disse Fernando querendo mostrar seu legado. Ricardo e Leo estavam num restaurante perto do cais, já que Leo e contra o cigarro, drogas e ao álcool, ele estava bebendo refrigerante. —“Cuidado, essa p***a vai com a merda de seu estômago e você se continuar assim você vai precisar andar de bengala. Eu sei que você não vai querer viver assim.—”, disse Ricardo. —“Vai se f***r, eu não tô nenhum pouco preocupado com a merda que tu aí tá falando, pode falar qualquer coisa sobre o refrigerante... Lembre-se que mesmo você querer que eu pare de beber refrigerante, pelo menos refrigerante não me deixa doidão como a merda do álcool que você sempre ama.”—, disse Leo enquanto bebia seu refrigerante. —“Hum, vai te f***r você também.”—, disse Ricardo com um grande sorriso na cara. —“Quem foi que pediu vodka aí?!”—, disse a atendente do restaurante. —“Aqui!”—, respondeu Ricardo. Quando Ricardo se encaminhava ao seu pedido, Leo se levanta de sua cadeira e vai para a calçada e olha ao redor da rua, olhando para a direita pela segunda vez, e ele se depara com um outdoor do presidente, Fernando Vasconcelos. —“p**a merda.”—, disse Leo. —“Será que você poderia me dar o número para a gente conversar, dialogar... Talvez t*****r?”—, disse Ricardo quando ele estava pegando sua vodka e entregando o dinheiro á aquela mulher que ele estava querendo paquerar. A mulher disse nada, tirando o sorriso do rosto de Ricardo, obviamente deixando ele capisbaixo. Leo olha para trás para ver Ricardo, e depois ele olha para ao redor para ele passar para a próxima calçada. Leo caminha calmamente sem nenhuma pressa, enquanto passava para a outra calçada, Ricardo cabisbaixo ia para a mesa que eles estavam, Ricardo já vê que Leo não estava na mesa. E ele olha para os lados para achar Leo. Enquanto Leo estava indo para o outdoor, ele olha para o restaurante que Ricardo estava procurando ele. —“Olha só que b***a, procurando por mim, e m*l sabe ele que eu estou nesta calçada.”—, sussurrou Leo enquanto se caminhava para o outdoor. Quando Ricardo estava procurando seu amigo feito louco pela praia, quando ele olha pra trás, olhando para trás, ele percebe que Leo estava no outro lado da rua e ele sai andando até a calçada. —“Ei Leo, o quê você tá fazendo?!”—, gritou Ricardo querendo chamar a atenção de Leo. Leo faz um sinal de chamar com a mão para Ricardo. Ricardo confuso olha para trás duas vezes, e Ricardo pega sua vodka que estava na mesa e olha duas para os dois lados da rua para poder atravessar a rua. Ricardo com sua vodka na mão teve que parar por causa de um carro que vinha de alta velocidade pela rua da esquerda, Ricardo estava olhando para o carro e enquanto olhava para uma lombada que estava logo á 10 km em frente ao carro. —“Caramba!”—, gritou Ricardo. E depois Ricardo atravessa a rua correndo pensando que ia acontecer um acidente. Ricardo estava correndo com um olhar desesperado para aquele carro, Ricardo olha para Leo que estava olhando em frente ao o outdoor e olha para o carro que estava apenas 3 km em frente ao quebra mola e olha pro meio, que estava o restaurante que ele estava. E em camera lenta, Ricardo vê o carro que estava em alta velocidade voando no meio da rua. E nesta mesma hora, um outro carro, um Toyota corolla vermelho que estava passando por ali. A parte dianteira do Fiat uno cinza raspa e faz grandes faíscas pelo o asfalto e dá um mortal e o farol esquerdo traseiro e se choca com o farol direito dianteiro, e ambos os carros viram em 360° graus, o Toyota corolla dá 360° graus e fica de frente com a rua que o carro veio. E o Fiat uno dá 360° graus e ao mesmo tempo dá um mortal e fica de frente com o Toyota corolla. Quando o Fiat uno voava pela rua, todos que estavam por perto viram aquilo, até mesmo Leo tirando os olhares para aquele outdoor. Com todos o olhos para aquele acidente, as pessoas que estavam no restaurante foram ver o Toyota corolla, a mulher que tinha atendido Ricardo com sua vodka, abre a porta do motorista e eles veem que o motorista estava desacordado com a cara no volante. —“Moço, o senhor está bem?”—, disse a mulher com o olhar de preocupado. O motorista balançou a cabeça duas vezes, e abriu os seus olhos para mulher. Aquele homem olha diretamente para os p****s daquela mulher com os olhos arregalados. —“Moço, você está bem?”—, perguntou a mulher com um tom de voz preocupado. —“Ai, tô bem sim, obrigado por perguntar.”—, disse aquele homem quando estava se levantando do carro. Mas bem na hora que ele estava saindo, ele cai de cara no chão preocupando a todos que estavam perto dele. Outras três pessoas que estavam andando ao Fiat uno. Ricardo vai ao lado de Leo, que estava bebendo seu refrigerante, eles se aproximam ao carro junto com aquelas três pessoas do restaurante. As três pessoas que estão do lado direito do Fiat uno, eles veem que aquele lado estava cheio de sangue, o retrovisor externo e interno, para-brisa e o vidro do carro que está sujo de sangue quando por fora e quando por dentro. Abrindo a porta do motorista, eles veem que a cabeça do motorista foi completamente destruida, que as partes dos osso frontal, parietal e nasal foram destruídas por causa daquele acidente. Ricardo e Leo avançam ao lado direito do carro e veem a cena junto com as aquelas três pessoas. —“Mas que horror.”— —“Meu Deus”.— —“Chame a policia.”— —“Chame a ambulância rápido!”— —“Misericórdia.”— —“Ajuda!”— Diziam algumas pessoas que estavam perto do local. E com esse barulho todo na rua, todos os moradores saem de suas casas para ver o quê que está acontecendo na rua. E dentro do carro do motorista morto, eles veem que o forro do carro estava cheio de sangue e cheio de pedaços de crânio e cérebros e cinco garrafas de álcool no banco do passageiro. Com certeza o motorista estava alcoolizado e estava sem sentido algum com o volante. Quando o Fiat uno estava dando mortais, a cabeça do motorista bateu com muita força no forro do carro. Um homem estava querendo ver o quê que tinha dentro do carro, mas a fumaça atrapalhava e o corpo cheio de sangue ao lado pertubava o homem. —“Eu não consigo nenhum pouco ver o que tem dentro dessa merda.”—, disse o homem enquanto tomava um ar. O sangue espirrando e escorrendo pelo corpo do motorista estava perturbando e apavorava as pessoas dali. —“Olha só, foi isso que a p***a do álcool com esse coitado rapaz.”—, sussurrou Leo. —“Vai se f***r também, esse cara com certeza bebeu pra c****e até ficar chapadão, ele tinha uma escolha dessa situação.”—, também sussurrou Ricardo. —“Hum, sei.”—, disse Leo. As pessoas do restaurante levavam o motorista ferido até uma cadeira e uma mesa que tinha uísque e um copo, a perna direita dele estava sendo arrastada pelo chão. —“Ai, muito obrigado, muito obrigado mesmo!”—, disse o motorista enquanto a perna direita estava sendo arrastada pela calçada á cinco passos largos até a cadeira. —“Ai meu lindo... meu lindo carro(choraminga).”—, disse o motorista quando já tava sentando na cadeira com a perna machucada e a sobrancelha sangrando até o pescoço. Ricardo e Leo quando estavam vendo o motorista morto cheio de sangue, Ricardo olha o motorista choramingando com aquela mulher o-consolando. —“Olha Leo, pelo menos um cara ali sobreviveu.”—, disse Ricardo quando apontava o motorista choramingando. Ambos olham para aquele homem e se aproximam dele para saber sobre ele. —“Ei moço, você... Está bem?”—, disse Ricardo. —“É, estou sim, obrigado por perguntar também.”— —“De nada mas... Será que eu posso saber seu nome?”— —“Hum... Tá bom!”— —“Tá bom... Um prazer conhece-lo, Ricardo Morais.”—, disse Ricardo enquanto estendia sua mão para aquele homem. —“Um prazer conhece-lo também, Guilherme Pavão.”—, disse o homem finalmente se apresentando, mas ele não apertou a mão de Ricardo o-deixando completamente no vácuo. —“Bom... Guilherme, nós podemos ser amigos?”— —“Ser amigo de alguém que você acabou de conhecer?”—, sussurrou Leo. —“Sei lá cara, eu queria ser como minha mãe queria como eu fosse.”—, sussurrou Ricardo. —“Então amigos, qual é o seu nome cara do refrigerante?”— —“Leonardo Washington... Prazer conhece-lo.”— —“Eu falo o mesmo para você Leonardo Washington.”— —“Mas se quiser... Pode me chamar de Leo, não tem nenhum problema.”— —“Se quiser assim, tudo bem Leo.”— Leo dá um sorriso balançado a cabeça para Guilherme, e Guilherme também balança a cabeça para Leo. E Leo e Guilherme apertam as mãos, mas Ricardo estaca olhando para os dois com a cara de confuso por Guilherme não ter apertado a mão dele. Quando Guilherme e Leo apertavam suas mãos e Ricardo olhando eles dois, no fundo do outro do carro do motorista morto, uma pessoa careca de camisa havaiana e um short jeans e sandalias pretas estava tentando pegar os documentos daquela pessoa morta, mas ele não conseguiu pegar nada dentro carro porque ele tava reclamando porque tinha caído sangue em sua camisa e diz: —“p**a Merda, como eu vou tirar os documentos dele se ele tá espirrando sangue para todo lado?!”—, disse aquele homem. —“Para de ser dramático até esse ponto, tenta pegar as chaves do carro.”—, disse um atendente. —“Se eu tentar pegar as chaves se novo vai cair sangue em mim!”— —“E daí, todo mundo se suja de sangue para salvar alguém ferido... Mas o problema que esse dai já morreu. ”— —“Eu me recuso á tentar pegar as chaves novamente!”— —“Se você não quer, tudo bem.”— Depois aquele atendente pega as chaves do carro e diz: —“Olha, nem precisei de muito esforço, nem me sujei de sangue.”—, disse o atendente com a chave do carro na mão. —“O que, tá de brincadeira que você pegou essa merda!”— —“Não tô não, se tá na minha mão.”— —“Dane-se também filho da p**a!”— —“Respeite minha mãe seu arrombado do c*****o!”— —“Não, se eu não quiser?”— —“Eu não quero nenhuma briga com você.”— —“Ah é, frangote.”— —“Qual é, pare de ser tão encrequeiro desse jeito caralho... Paz e amor cacete.”— Depois o atendente com as chaves abre a porta direita frontal do passageiro. —“Oh... i****a, o quê você tá fazendo aí?”— —“i****a aqui é você, eu tô querendo pegar os documentos desse cara aqui nos porta-luvas.”— —“Verifique primeiro nos bolsos dele.”— —“Verifique primeiro nesse daí.”— —“O que?!”— —“Tá surdo p***a, verifique se tem os documentos desse cara aí nesses bolsos c*****o!”— —“Num sou surdo caralho.”— —“Tá bom então, vê se tem os documentos dele aí!”— —“Tá bem.”— Enquanto o atendente procurava documentos no porta-luvas, o homem estava procurando documentos pelo direito do cadaver do motorista. Mas tinha espirrado sangue mais uma vez no rosto do homem careca, mas agora foi na testa dele. —“Ai c****e, porra... Porque isso aconteceu comigo, e porquê não aconteceu isso com você?!”—, disse o homem careca enquanto limpava sua testa com sua camisa. —“Não pergunte pra mim não em... Tem nada aqui no porta-luvas, além de uma revista playboy, com certeza esse cara adorava isso pra c****e!”— —“f**a-se isso, se importe mas para achar a merda do documento dessa cara!”— —“(joga a revista no porta-luvas e fecha ele) Agora vou procurar nesse bolso daqui agora.”— E depois o atendente procura os documentos dele no bolso, e ele acha a carteira dele sem se sujar de sangue. —“(Lendo o documento) Lourenço Cabral, ele nasceu em 19 de março de 1967, e em Imperatriz no Maranhão.”— —“p***a Lourenço, você teve uma morte muito... Ah!”—, disse o homem careca enquanto olhava seria o rosto de Lourenço. —“(Inclinando a cabeça para esquerda olhando para Guilherme) Então... Guilherme... De onde você veio”—, perguntou Leo. —“Então Leo... Eu vim de São Paulo, Sorocaba.”— —“Então porquê você veio de São Paulo até aqui?”— —“Eu vim até aqui resolver alguns negócios.”— —“Que tipo de negócios?”— —“(Olha diretamente para Leo) Negócios que vocês não gostariam de saber.”— —“Por quê não, pode nos dizer?”— —“Talvez, se vocês serem confiaveis... Eu posso contar.”— —“Pode confiar.”— —“Jura”— —“Juro... Pode confiar caralho.”— —“Eu tô muito em dúvida.”— —“p***a c*****o!”— Enquanto isso no fundo, no carro de Lourenço. Ricardo, Leo e Guilherme tavam dando atenção para aquelas pessoas. —“(Com um saquinho de cocaína na mão) Mas que p***a, ele era muito drogado para ter cocaína na carteira!”—, disse o atendente com um saquinho de cocaína. —“Caramba, cocaína ainda!”— —“É bode... De primeira ainda!”— —“Mas que droga está escrito nesse saquinho aí?”— —“Cadê as palavras de baixo calão?”— —“(Se aproximando do atendente) O quê?”— —“Nada não... "Amizade St."... O quê isso quê dizer?”— —“"Amizade St."... Sei lá cara!”— —“Não sabe mesmo não... p***a bicho, "street" significa... Rua será?”— —“p***a eu não sei!”— —“p***a, será que você sabe de p***a nenhuma!”— —“Ei, me respeita c*****o!”— —“Agora voltou á xingar né p***a!”— —“Como assim eu voltei a xingar?!”— —“f**a-se... Você sabe de nada mesmo, mas eu que "street" é rua... Então... Quer dizer "Rua Amizade".”— —“"Rua Amizade"... Talvez seria... "Rua da Amizade"?”— —“Rua da Amizade... Caralho... Pelo menos nessa vez tú foi esperto. Então Rua da Amizade... Onde isso fica?”— —“Também não sei.”— —“Voltou á ser burro de novo, Mariano.”— —“Ô Kevin... f**a-se também né p***a!”— —“Por isso você não conseguiu arranjar um emprego, pelo menos eu consegui um emprego, eu não continuei com um cérebro de uma ervilha desde o jardim de infância.”— —“Para c*****o!... Pelo menos sabemos que esse Lourenço veio da p***a da Rua da Amizade c*****o!”— —“Tá bom... Mesmo assim você vai continuar sendo burro pra caralho.”— —“(Voltando para o restaurante) Tá bom f**a-se(olhando para baixo balançando a cabeça negativamente).”— Mariano estava voltando para o restaurante depois de ter chamado de burro várias vezes pelo Kevin. E enquanto Ricardo, Leo e Guilherme davam atenção á aquele acidente, eles voltam a conversar. —“Sabe... Eu moro na Rua da Amizade, se vocês acharem uma casa de dois andares totalmente vermelha, é minha.”—, disse Guilherme. —“Eu moro no mesmo bairro, Bairro Boa Esperança, Rua Quatro... A frente da casa é só de cimento e tem uma janela no lado esquerdo, eu e Ricardo moramos juntos com mais amigo de infância.”—, disse Leo. —“Tá, um grande prazer em conhece-lo Leo... E Ricardo.”—, disse Guilherme. E depois Guilherme e Leo novamente apertam as mãos. E Leo ajuda Guilherme a levantar da cadeira. —“(Sendo Levantado por Leo) Ah... Obrigado Leo (Ambulância chegando).”—, disse Guilherme. E um cara de boné vermelho, óculos escuros, camisa preta Iron Maiden, short jeans e sandalias azuis ajudava Guilherme a ir até o caminhão da ambulância. —“E aí vamos voltar para casa?”—, disse Ricardo. —“Já?”— —“Sim, já.”— —“Sério?”— —“Sério mesmo porra.”— —“Tá bom, já que você está dizendo.”— —“Chega de papo, vamos logo porra.”— —“(Indo embora) ... p***a, vamos contar para eles quando chegarmos né?”— —“Sei lá, talvez... Se você quiser contar, conte.”— —“Eu acho que vou contar mesmo.”— —“Decide-se rápido cuzão.”— —“Cuzão? Só se for você seu merdinha.”— —“Merdinha é você, vamos logo anda.”— —“p***a vai se f***r, você nem tava assim antes... Porquê ficou assim agora?”— —“E porquê você ficou tipo uma arara baleada?”— —“Vai se f***r p*u no **, se você se calar também é melhor.”— —“Escroto”— —“(Ri) p***a Ricardo, mas porquê você ficou puto?”— —“(Se vira encarando Leo) Cala a p***a de sua boca c*****o e continua andando”— —“Tá bom... Mas vai se f***r também”— E eles continuam andando ao caminho de sua casa passando pelas pessoas e pelos caminhões de bombeiro sem olhar pra trás. Logo em frente, vinha duas viaturas da policia. Que Leo tinha olhado para trás mas ele continua andando normalmente em caminho de sua casa. Leo quando estava seguindo Ricardo, ele vai vê a praia. As pessoas nela estavam saindo correndo para ver o acidente. —“Ei Leo, p***a!”—, disse Ricardo. —“Já vou c*****o! eu só quero ver a p***a da praia e pare de encher a p***a do meu saco c*****o! Eu não posso ficar mais um mísero segundo parado que você já vai querer encher meu saco!”— Alguns policiais ficaram vendo todo aquele escândalo e um policial se aproximou. —“(Se aproximando) Tudo bem aí?”—, disse o policial. —“(Se aproximando de Ricardo) Tudo policial, está tudo bem aqui entre eu e meu amigo.”—, ironizou Leo. E algumas pessoas no fundo que estavam na escada sairam correndo até o local do acidente. E quando o policial e Leo se encaravam, o policial diz: —“Tudo bem.”— E o policial vai até o carro de Lourenço. E Ricardo e Leo continuam á andar com Ricardo puxando o braço de Leo. —“Vamos logo c*****o, da proxima não faça escândalo hein porra.”—, sussurrou Ricardo. —“Tá bom c*****o, se você não se achar o capitão fodão eu para com essa merda.”—, sussurrou Leo. E eles continuam normalmente o caminho de casa.

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