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Lídia Entrei no quarto correndo, empurrando a porta para tentar trancar, mas não consegui porque ele é muito mais forte do que eu. Quando ele empurrou, eu corri para o banheiro e me tranquei lá dentro. Ele bateu na porta com força e eu fingi que não estava ouvindo. Pantera: Abre essa porta agora, senão eu vou colocar no chão, sua filha da p**a. Lídia: Eu não vou abrir nada. Pode arrumar a casa, é sua. Depois você que vai ter que consertar a porta, não tô nem aí. Pantera: Na moral, eu vou te matar. Papo reto. Lídia: Isso não é jeito de falar com a mãe do seu filho. Pantera: Abre a porta agora, Lídia. Eu não tô brincando. Lídia: Eu só vou abrir quando você se acalmar. Eu acho que você precisa de um psicólogo urgente. Sério, você está muito nervoso. Em Bangu não tinha psicólogo para te

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